A Empresa

A missão da ADCom Comunicação Empresarial é criar, consolidar, fortalecer e valorizar a imagem e reputação de empresas, instituições e profissionais junto a seu público alvo e à sociedade, por meio de comunicação integrada. Nosso trabalho tem como meta aumentar o encantamento pela marca, tornando o consumidor fã dela e, também, um disseminador de seu nome. Esta paixão possibilita à empresa praticar valores mais justos e lucrativos. Integramos distintas formas de comunicação para geramos maior visibilidade e transformarmos, de forma moderna e antenada, o assessorado em referência no seu segmento para que seu público fique cada vez mais encantado. 

Serviços

  • Relacionamento com a Imprensa

    O Relacionamento com a Imprensa, conhecido como Assessoria de Imprensa, visa dar ênfase ao envio de informações sobre o cliente à mídia impressa, eletrônica e on line para que ele se transforme em fonte em matérias jornalísticas. Esta ação agrega valor, aumenta a reputação e lembrança do nome de forma direta e indireta, atingindo diferentes públicos de interesse, de forma maciça e mais abrangente.
  • Publicações

    Desenvolvimento de publicações digitais ou impressas (jornais, revistas, newsletters, material publicitário, entre outros) com o objetivo de valorizar, institucionalmente, o cliente, atingindo e se relacionando com o público alvo, abrindo o diálogo e levando a ele informações de valor e interesse. 
  • Geração de Conteúdos

    Desenvolvemos todos os tipos de conteúdos para os mais diferentes fins. São eles: matéria jornalística, livro, blog, rede social, redação publicitária, release, newsletter, revista, jornal, sites, portais, entre outros. São textos, fotos, vídeos, podcasts (áudios), com o conteúdo pertinente àquele meio e ao público ao qual se destina. Fazemos geralmente um "cross media", onde um meio complementa o outro de forma atraente e envolvente. Estamos sempre antenados com as novas tendências e como potencializar seu uso com uma comunicação inteligente, criativa e de resultados.
  • Sites e Portais

    O site do cliente deve ter uma apresentação moderna, dinâmica e ser atualizado constantemente para geração de interesse.

    A ideia é abastecermos continuamente com notícias sobre a empresa e meio de atuação, com artigos assinados pelos diretores, com imagens, gráficos, vídeos, entre outros materiais que gerem interesse e levem informação de qualidade para o internauta.

    Atualizamos também conteúdos estáticos existentes e gerenciamos a contratação de profissionais, por exemplo, entre outras ações de relevância para este item da mais alta relevância para qualquer empresa, seja de que porte for.
  • Redes Sociais

    As redes sociais ganham importância crescente com o acesso cada vez maior de pessoas a elas pelas mais distintas formas, sendo as principais celulares e tablets.

    Por isso, devem ser tratadas com a relevância devida, aumentando o engajamento, informando e formando opinião para consolidação da reputação, bem como valorização da imagem.

    Nossa equipe elabora conteúdo (textos, fotos, vídeos, podcasts), seleciona públicos de interesse, impulsiona publicações com o foco tanto na valorização de imagem e reputação como na reversão de leads para o cliente.

    É importante sempre ser elaborado conteúdo condizente com cada rede pois cada uma delas tem a sua peculiaridade.
  • Prevenção e Gerenciamento de Crise de Imagem

    Quanto custa e quanto tempo leva para se construir um nome no mercado?

    O deslize de um funcionário, o descontentamento de cliente, a má explicação de um fato, a deturpação da informação ou até mesmo alguma fatalidade são fatores que podem arruinar a imagem e a reputação de empresas, profissionais, produtos e instituições.

    A ADCom Comunicação Empresarial, por meio de trabalho contínuo junto ao cliente, pode avaliar, prevenir, antecipar soluções e criar ferramentas específicas para situações potenciais de crise.

    E, se ela estiver instalada, resolvê-la da forma mais adequada.

    Uma crise sempre deixa sequelas graves que, se não forem corretamente trabalhadas, podem ser difíceis de reverter.
    Esta situação é, por si só, muito difícil. Porém, é importante que também se atue forte depois da ocorrência para amenizá-la de maneira substancial.
    O ideal é, desde o início desta queda, manter-se aberto ao diálogo e se mostrar acessível aos questionamentos dos públicos interno e externo, com um discurso ético, honesto e com comunicação acessível a todos.
  • Eventos

    Realizamos a cobertura in loco de eventos tanto próprios como que contem com a participação do cliente.

    É promovida divulgação jornalística pré e pós-evento para mailing de interesse e imprensa, bem como em tempo real, ao vivo, no momento que ocorre, para abastecimento das redes sociais.

    Também preparamos o presskit para a sala de imprensa e, além do apoio jornalístico, disponibilizamo-nos a sugerir ideias para maior valorização destas ações.

    Por isto, é importante que nossa equipe participe desde o momento da concepção para que se possa ter mais atrativos tanto para a imprensa como para o público de interesse. 
  • Treinamentos e Palestras

    A ADCom Comunicação Empresarial ministra palestras e treinamentos sobre o funcionamento da mídia brasileira, como lidar com a imprensa, como se portar em uma entrevista e como se comunicar com os variados públicos de interesse por meio de distintas ferramentas.

Notícias

Seis orientações para aumentar o network em espaços compartilhados

Seis orientações para aumentar o network em espaços compartilhados

Um network bem-feito é um rápido caminho para o crescimento e alguns passos se mostram diferenciados hoje em dia, sendo muito importante buscar não só possíveis clientes, mas também parceiros que atuem em áreas próximas ou complementares.Isso faz com que os escritórios compartilhados sejam um grande diferencial para as empresas que buscam aprimorar suas redes de relacionamentos, pois, quem aprende a utilizar o espaço para possibilitar uma troca com os parceiros, invariavelmente, conseguem um crescimento mais rápido, principalmente em função de troca de indicações seguras.Assim, veja algumas dicas para aprimorar o relacionamento e gerar mais negócios:Busque aparecer adequadamente - quem não é visto não é lembrado, assim, mesmo que seja uma pessoa introspectiva, busque estar em locais onde haja bastante pessoas que possam gerar negócios e passe a lutar contra a timidez e divulgar suas ideias;Não crie inimigos – muitos profissionais possuem uma postura negativista, criticando qualquer serviço que não seja o dele, isso não pega bem, sem contar que se o comentário chegar a pessoa alvo, poderá causar indisposição e inimizades. Você só tem a perder;Busque agregar – é papel de um profissional ser agregador, tanto de conteúdo, quanto de pessoas. Assim, busque constantemente atualização sobre temas pertinentes e busque criar uma corrente de profissionais de áreas análogas para indicação, o que fará com que seja respeitado pelo grupo;Cada um no seu quadrado – evite oferecer serviços para áreas que não são a sua especialidade, pois, cada um tem um ramo de atuação, que deve ser respeitado, o que gera muito mais respeito e troca de indicações;Seja precavido - Esteja sempre munido de cartão de visita e/ou apresentações de sua empresa, pois nunca se sabe quando surgirá uma possibilidade de negócios ou uma pessoa que poderá se interessar pelos seus serviços no futuro;Não exagere – Existe uma linha muito tênue entre ser uma pessoa de network e ser o chato, assim, se policie, veja se não está sendo muito invasivo. Lembrando que muitas vezes o simpático, pode estar forçando a amizade.(Fonte: Administradores) Saiba Mais

10 passos para se falar bem em público

10 passos para se falar bem em público

Falar é a maneira mais simples de transmitir informação de um HD (o cérebro de uma pessoa) para outro (o cérebro de outra pessoa).Nunca se inventou uma maneira mais fácil de passar conhecimento adiante. Mas, para que essa comunicação seja bem-sucedida, é bom que quem esteja falando domine alguns princípios.É a arte de falar bem. Ela envolve um bom conteúdo, um orador treinado, uma bela dose de emoção e bastante coragem. Afinal, para muita gente, só a ideia de abrir a boca já é aterrorizante.Em 2013, a empresa britânica OnePoll divulgou os resultados de uma pesquisa feita com 2 mil voluntários, que perguntava quais eram as situações que mais lhes causavam temor.Falar em público só ficou atrás do medo de perder entes queridos, e ganhou do medo de ser enterrado vivo, de cobras, de fogo e até do medo do fim do mundo.Há milênios, os seres humanos têm se debruçado sobre as melhores maneiras de encarar o grande desafio que é abrir a boca na frente de outras pessoas.Na Antiguidade, os pensadores chamavam isso de retórica – e gastaram bibliotecas inteiras estudando suas técnicas.No século 20, foram inventados os livros de autoajuda: um dos mais importantes foi o de Dale Carnegie, Como Falar em Público e Influenciar Pessoas no Mundo dos Negócios (ele também foi o autor de Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas).No século 21, é a vez da ciência entrar no assunto: tom de voz, palavras por minuto, expressão corporal – tudo isso ajuda a superar o medo e passa uma boa mensagem. Nas próximas páginas, olhamos para esses séculos de conhecimentos e compilamos as melhores dicas para você se tornar um orador de boca cheia.1. Tenha algo a dizer.A primeira dica é também a mais óbvia. Saber o que dizer é escapar de obstáculos no meio do caminho. O primeiro deles é o ego inflado.Só conte detalhes da sua vida se eles forem indispensáveis à mensagem que você quer passar. Vamos supor que você teve uma infância pobre, mas que, depois de muita luta, tornou-se o presidente de uma grande empresa – e você quer falar sobre a importância do trabalho duro.Nesse caso, sua história pessoal até é um bom exemplo. Mas mencionar detalhes dispensáveis, tipo o itinerário do ônibus que você tinha que pegar para chegar ao trabalho em 1995, vai resultar num ouvinte aborrecido. O segundo obstáculo é mais difícil de transpor: a falta de foco.Aí o jeito é ser o mais específico possível. Bole uma fala sobre um assunto singular – e inesperado. Falar sobre “trabalho duro”, por exemplo, pode ser interessante.Mas mais interessante seria falar sobre “como o trabalho duro transformou um menino pobre em milionário”.E superinteressante (turuntss) mesmo seria contar “por que o trabalho duro às vezes não é suficiente para vencer na vida”.Quanto mais detalhada e inovadora a sua proposta, mais chance de você saber o que dizer. E já leva à próxima dica…2. Faça um resumo.Todo ano, algumas das pessoas mais criativas do mundo se reúnem no TED, uma grande conferência global de palestras.Tem escritor, tem rockstar, tem inventor, tem ativista, tem CEO, tem comediante. O que não tem é apresentação chata.Pode conferir: as melhores estão no YouTube e no próprio site do TED, e já foram vistas mais de 1 bilhão de vezes.As TED talks, como são chamadas as palestras, têm outra coisa em comum: são todas curtas, raramente ultrapassam os 20 minutos.O que pouca gente sabe é que, quanto menor for o seu tempo de palco, mais longa vai ser a sua preparação.É que resumir consiste em deixar coisas de fora. Para isso, tente resumir a sua ideia em, no máximo, 15 palavras – e coloque-a no papel.Mude os termos, mexa na estrutura da frase, pense em sinônimos que expressem melhor a sua teoria. Encontre profundidade e emoção.Esse exercício é importante para garantir que a sua fala não vá para uma direção inesperada. O resumo vai servir de farol para toda a sua apresentação: se você não conseguir enfiar todos os assuntos importantes em 15 palavras, talvez seja sinal de que o discurso tem assunto demais.Corte. Caso contrário, você terá que passar por eles de forma muito rápida, superficial – e de maneira que o público não vai se envolver.3. Manipule.“Senhoras e senhores da turma de 98: Usem filtro solar”. Lembra desse discurso? Quando viralizou nos e-mails no fim dos anos 1990, foi atribuído a um professor prestes a morrer de câncer de pele, que falava aos seus alunos sobre o sentido da vida.O texto é da jornalista Mary Schmich, e ficou famoso no Brasil na voz de Pedro Bial. Na verdade, não era um discurso – foi publicado originalmente num jornal.Mas fez um sucesso estrondoso. Tudo graças a alguns ingredientes essenciais, como uma narrativa simétrica (ele começa e termina falando sobre filtro solar), o fator surpresa e a conexão emocional.Se você quiser apenas uma dica para as suas palestras, anote esta: mire no sistema límbico.Essa é aquela parte do cérebro que controla nossas emoções (pense no lugar onde ficam os personagens do filme Divertidamente).Compartilhar memórias relevantes, que tenham apelo emocional e com as quais seja fácil se identificar, faz com que a plateia embarque no que você disser.Histórias de superação, de amor e de morte são imbatíveis nesse quesito – mas atenção: o ideal é que as emoções sejam reais. O público consegue farejar de longe quando o palestrante está apelando.4. Improviso x decoreba.No dia 28 de agosto de 1963, nos degraus do Memorial Lincoln, em Washington, Martin Luther King disse que tinha um sonho – e mudou a história dos negros nos EUA. Mas as palavras mais famosas de um dos discursos mais marcantes da história quase ficaram de fora.O momento era tenso. O movimento negro queria fazer pressão para que o presidente John F. Kennedy assinasse uma lei que garantisse a igualdade racial no país, mas o discurso de King tinha de ser pensado com cuidado para não pisar no calo de ninguém.Ele começou seguindo à risca as palavras escritas por uma equipe de assessores, numa cadência até monótona.Mas, lá pelo décimo minuto, a cantora Mahalia Jackson, que já tinha ouvido outros discursos mais inspirados de Luther King, pediu para que ele falasse do sonho.Ele ouviu. E improvisou. No ano seguinte, a lei foi assinada e Martin Luther King ganhou o Nobel da Paz. Tudo graças ao jogo de cintura.Uma das decisões mais difíceis que você vai tomar ao bolar a sua fala é: melhor decorar o texto ou melhor deixar espaço para o improviso?A vantagem do roteiro é que você terá controle sobre o tema e o tempo. Se essa for sua decisão, você vai ter de memorizar cada palavra – e então repetir as frases até que elas não pareçam decoradas. Acredite, isso é difícil.O seu roteiro deverá ser em linguagem coloquial, próxima da fala.Se não houver cuidado nessa parte, você vai parecer num jogral. E ninguém suporta isso. Já em reuniões de trabalho ou apresentações para clientes, por exemplo, o improviso é mais comum.Aí o importante é decorar a mensagem que você quer passar. Prepare-se para o pior. E se der um branco? E se você esquecer algum detalhe? E se o tempo acabar?5. O começo e o fim.O começo de uma palestra é a hora de agarrar o seu público pela nuca. Procure no YouTube a palestra da comediante Maysoon Zayid no TED.Ela tem um tipo de paralisia cerebral que faz com que o seu corpo trema o tempo todo. A apresentação começa assim: “Eu não estou bêbada – mas o médico que fez o meu parto estava”.Pronto: com uma piada que carrega uma grande carga dramática, você está fisgado. Drama, aliás, é uma bela maneira de começar, principalmente se a sua fala vai propor soluções para esse problema, ou discuti-lo de uma maneira leve, como Zayid fez.Se você tem uma informação surpreendente, jogue-a para os primeiros segundos. Vai mostrar uma foto? Diga, antes de revelar, que aquela imagem mudou a sua vida.Em questão de segundos, você terá a atenção da plateia toda. O cérebro humano adora experimentar uma novidade. Uma surpresa boa é o equivalente a uma injeção de dopamina, o neurotransmissor do prazer.Um elemento inesperado também deixa as pessoas em alerta, graças à liberação de noradrenalina, ligada ao estado de vigília.Um início de palestra que, ao mesmo tempo, surpreenda e anuncie surpresas maiores ainda por vir é praticamente infalível.O final da palestra é igualmente importante – e difícil. “É o momento de maior emoção. Se o orador não fizer uma boa leitura da plateia, pode usar emoção demais ou de menos e até comprometer o discurso”, diz o professor de expressão verbal Reinaldo Polito.O objetivo da sua fala era expor um problema? Sugira uma solução prática, prometa fazer a sua parte, convide a plateia a fazer o mesmo.Se você citou uma história curiosa lá no início, volte a ela no fim. O importante é garantir que a audiência saia sem a sensação de que ficou faltando alguma coisa.6. Ensaie, ensaie, ensaie.Se você optar pela decoreba, vai ter de se acostumar com a repetição. Foi assim que você guardou aquele hit grudento do Carnaval passado, e é assim que a sua fala vai ganhar vida.É durante a repetição que você vai adicionar frases, mudar palavras e ganhar familiaridade com seu próprio texto. Em seguida, convide amigos ou membros da família para ensaiar.Faça perguntas específicas para obter um feedback eficiente. Eis alguns exemplos infalíveis:“Deu para entender o que eu disse? Alguma parte ficou confusa? Fiz algum movimento estranho com as mãos? Em algum momento pareceu que eu estava recitando um texto decorado? Usei alguma palavra que não soou bem? Gaguejei? Minha voz deu sono? O que você mudaria no meu discurso?”Ouça as opiniões dos críticos, incorpore mudanças e repita o processo. E fique de olho no relógio.Se você tem meia hora para falar, é ideal que se planeje para terminar em 28 minutos.7. Jogo de corpo.Agora que o roteiro da sua fala está na ponta da língua, é hora de afiar a linguagem corporal. A segunda palestra mais popular da história do TED, com quase 50 milhões de visualizações, é sobre power posing (algo como “poses do poder”).Durante 20 minutos, a psicóloga Amy Cuddy mostra as maravilhas de uma expressão corporal clara, assertiva e positiva.Para ela, aparecer no palco como a Mulher Maravilha, com o queixo erguido e as mãos na cintura, causa mais do que um efeito psicológico na plateia: altera o cérebro do palestrante.A ideia do power posing é a seguinte: quando uma pessoa adota uma postura de “poder”, com o peito aberto, nariz empinado e braços à mostra, ela acredita na própria capacidade.Assim, seu corpo é inundado com doses de testosterona, o hormônio associado à dominância e à assertividade. Em contrapartida, caem os níveis de cortisol, o hormônio do stress.Essa mudança química faz com que o sujeito fique mais disposto a se arriscar. Ou seja, além de parecer um super-herói aos olhos do público, a pessoa também se sente um.A teoria não é infalível. Em 2015, uma pesquisa feita com um número maior de voluntários e metodologia diferente não identificou indícios suficientes para dizer que fazer pose altera os hormônios do corpo.No entanto, os efeitos na plateia são perceptíveis. Afinal, é muito mais fácil se engajar na fala de uma pessoa com boa presença de palco e que não se esconde do público.A postura não é a sua única arma corporal. O rosto também é capaz de muito. Não deixe de fazer contato visual com a plateia – seres humanos são programados para detectar os menores movimentos nos músculos ao redor dos olhos e estamos o tempo todo tentando interpretar as expressões alheias. Faça isso com as pessoas que estiverem mais próximas.Elas farão o mesmo. Olhar nos olhos faz com que dois cérebros comecem a entrar em sintonia, inconscientemente. Isso funciona especialmente bem em apresentações de trabalho ou ambientes menores.Culpa dos neurônios-espelho (os mesmos que fazem com que a gente sinta vergonha alheia, por exemplo). Se um olhar firme estiver acompanhado de um sorriso, você já estará a meio caminho andado para o sucesso.8. Fique tranquilo. (Ou não).Em 1998, os tabloides exploraram até a última gota o caso extraconjugal que o então presidente dos EUA, Bill Clinton, teve com a estagiária da Casa Branca Monica Lewinsky.O escândalo abalou o governo de Clinton, mas certamente pesou mais para o lado da moça, que foi publicamente humilhada numa época em que a internet começava a se popularizar.Dezessete anos depois, Monica Lewinsky resolveu contar a sua versão dos fatos. Diante de uma plateia ansiosa, no TED de 2015, falou sobre sua experiência traumática com o cyberbullying.Para alguém que desenvolveu pavor da opinião pública, não era um trauma fácil de enfrentar no palco.No dia de seu discurso, Lewinsky se preparou com uma rotina de relaxamento: exercícios de voz, mantras, uma curta caminhada para liberar adrenalina e até uma sessão relâmpago de meditação.Mesmo assim, não dá para dizer que ela estava calma. Pelo contrário: ela disse que estava sentindo “relâmpagos de medo”.Deu para ver. Ao longo dos 20 minutos de seu discurso, a moça mostrou alguma insegurança e deu umas travadas.É compreensível. Quando você está diante de uma situação ameaçadora ou desafiadora, a amígdala (área do cérebro responsável por respostas automáticas e instintivas) libera adrenalina, dilata os vasos sanguíneos e deixa você em estado de alerta.Aí o neocórtex cerebral (o departamento que cuida das decisões racionais) entra em ação e tenta convencer o seu corpo de que vai ficar tudo bem.No caso das pessoas muito tímidas, essa autoajuda do neocórtex não funciona tão bem, e a luzinha de alerta continua acesa. A adrenalina seca a boca e faz gaguejar.Se você for desse tipo, vale fazer o que Lewinsky tentou: respirar fundo para oxigenar o cérebro, beber água (mas não muito a ponto de encher a bexiga) e evitar comidas pesadas.Mas também tem outro jeito de encarar o desafio. A psicóloga americana Alison Wood Brooks, da Harvard Business School, descobriu que tentar manter a calma nem sempre é o melhor caminho para, bem, manter a calma.Numa série de estudos, ela analisou o estado mental de 450 voluntários antes de performances públicas (como fazer discursos ou cantar no karaokê) em duas situações: quando eles tentavam se acalmar ou quando abraçavam a ansiedade e a excitação do momento.As pessoas que repetiam para si mesmas frases como “estou empolgada” mostraram uma tendência a encarar a situação como uma oportunidade, não como uma ameaça.E se saíram melhor que as que tentaram se acalmar. Para a cientista, é tudo uma questão de coerência.Encontre o ritual que deixe você mais confortável e se, mesmo assim, o nervosismo não passar, pense que você pode usá-lo a seu favor.9. Dite o ritmo.Em média, as 3 mil palavras escritas neste texto até agora levam 15 minutos para ser lidas, já que conseguimos ler mais ou menos 200 termos por minuto.Uma boa apresentação é mais lenta: varia entre 130 e 170 palavras por minuto. O discurso “Eu tenho um sonho”, de Martin Luther King, tem por volta de 100 palavras/minuto.No contexto em que ele foi dito, fazia sentido. Não dá para acelerar demais quando você fala para 200 mil pessoas. Mas, se seu público é menor, o importante é variar.Você pode diminuir o ritmo ao se aproximar de um tema espinhoso, como quando Monica Lewinsky falou sobre os momentos mais dolorosos de sua vida.Explicar um conceito complicado também exige calma. Dê espaços longos entre as palavras e permita que seu público absorva o que você acabou de dizer. Mas está liberado acelerar o ritmo para construir um clímax ou contar uma piada, por exemplo.10. Hora do show.Em 2015, pesquisadores canadenses entrevistaram 2 mil voluntários e monitoraram seus cérebros para tentar descobrir o limiar de atenção médio de um ser humano.Ou seja, por quanto tempo uma pessoa se concentra sem se distrair. O resultado? Bem menos tempo do que você levou para ler este parágrafo até agora: 8 segundos. É o que você vai ter para agarrar a atenção do seu público.Pintou uma tremedeira no início da fala? Tente uma piadinha inofensiva sobre como você está nervoso. Ao longo de anos na curadoria do TED, Chris Anderson descobriu que a audiência costuma sentir empatia pelas pessoas que admitem o próprio nervosismo.“Seus ouvintes vão torcer ainda mais pelo seu sucesso”, diz. Depois, encontre entre a plateia aqueles três ou quatro que parecem mais interessados. Em vez de fixar o olhar num ponto do horizonte, olhe diretamente para esses seus novos amigos.A sensação será que você está tendo uma conversa franca com todo mundo.(Fonte: Exame) Saiba Mais

Comunicação, no fim, é estabelecer pontes

Comunicação, no fim, é estabelecer pontes

Do latim “communicare”, o termo comunicação abrange múltiplos significados. Um dos mais relevantes talvez seja “compartilhar”, verbo bitransitivo que resume a máxima “tornar algo comum”. Comunicação pressupõe interação, contato, troca.Se a natureza do ato é o diálogo, por que, entre parte dos especialistas da área, existe tanto monólogo?Por que a arrogância, o pedantismo, a soberba e a presunção, como verdadeiras epidemias, têm “contaminado” mais e mais jornalistas, RPs, publicitários e uma gama extensa de profissionais que atuam nas diversas especialidades da comunicação social?Nem estagiários estão escapando.Outro dia, no contato a um grande veículo, pensei estar falando com a própria Miranda Priestly, a chefe megera de “O Diabo Veste Prada” (2006), vivida pela todo-poderosa Meryl Streep. “Você é a nova coordenadora de conteúdo?”, perguntei. “Estagiária. Por quê?”, devolveu rispidamente a moça, que nem se deu ao trabalho de ouvir a informação exclusiva que eu iria passar. O editor atencioso do veículo concorrente, que se deu ao trabalho de escutar, acabou publicando a notícia com exclusividade. C’est la vie…Escutar. Parece que esse é o ponto:“Acho que nunca escutamos tão pouco. E talvez por isso nunca fomos tão solitários. Quando faço palestras sobre reportagem, os estudantes de jornalismo costumam perguntar o que devem fazer para se tornarem bons repórteres. Minha resposta é sempre a mesma: escutem. Acredito que mais importante do que saber perguntar é saber escutar a resposta. Não apenas para ser um bom jornalista, mas para ser uma boa pessoa. Escutar é mais do que ouvir. Como repórter e como gente esforço-me para ser uma boa ‘escutadeira’”, ensina a brilhante jornalista Eliane Brum no igualmente brilhante artigo “Por que as pessoas falam tanto?”.“É a escuta que nos leva ao mundo. E é a escuta que nos leva ao outro. Quando não escutamos, nos tornamos solitários, mesmo que estejamos no meio de uma festa, falando sem parar para um monte de gente. Condenamo-nos não à solidão necessária para elaborar a vida, mas à solidão que massacra, por que não faz conexão com nada. Não escutamos nem somos escutados. Somos planetas fechados em si mesmos. Suspeito que essa é uma época de tantos solitários em grande parte pela dificuldade de escutar”, completa Brum.Uma pessoa presunçosa tem poucas chances de evoluir, justamente porque imagina que não precisa mais aprender. É um comportamento nocivo, que tolhe o desenvolvimento, pessoal e profissional. Na comunicação, então, é nefasto. “A arrogância dos jornalistas trava o crescimento. Comparado a outros setores, esse é um dos mais arrogantes”, afirma a psicóloga especializada em comportamento organizacional Betânia Tanure, ex-diretora da Fundação Dom Cabral, conselheira de empresas e colunista do Valor Econômico.“A cultura das empresas de comunicação no Brasil ainda é muito hierarquizada. Existe o ‘manda quem pode, obedece quem tem juízo’. Num momento de mudanças profundas [como o enfrentado atualmente pelo setor], é preciso ousar, arriscar e errar, necessariamente. Aqui entra, também, a questão da arrogância, pois se você erra num sistema autoritário, acaba por não alimentar o seu processo de inovação. Aqui está um grande desafio a ser enfrentado”, destaca.Saber escutar, reconhecer o próprio erro e ter humildade para aprender, além de digno, é fundamental para as relações.(Fonte: Comunique-se)  Saiba Mais

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