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Sex, 18 de Maio de 2012 15:58

Comunicação Consciente

WRITTEN_BY Cibele
Hoje sabemos que “vivemos todos no mesmo barco” e que tudo é uma rede: ação – reação – consequência, mas será que temos consciência de como é nossa comunicação interna – externa?
Como me relaciono e como interajo comigo e com todos os outros é o ponto de partida, a essência, o ponto zero, o ponto inicial de qualquer estudo ou tratado sobre comunicação.
Muito pouco tem sido falado sobre as relações interpessoais, as dificuldades na diversidade, na gestão, as poucas inovações na liderança corporativa, e o assunto PESSOAS é tratado com superficialidade e pudor.
Uma comunicação consciente é verdadeira, gera confiança, usa a percepção, é sensível, positiva, inteligente, mobiliza emoções, tem atitudes e ações, e faz as pessoas participarem e vivenciarem no coletivo, afinal somos indivíduos – que vivem no coletivo.
Minha ação deixa marcas, dá exemplos, deixa lembranças e impressões. Meu consumo gera empregos, faz a roda girar, deixa resíduo.  Meu pensamento norteia minhas escolhas
e caminhos. Minha comunicação constrói minhas relações.
Tudo o que faço – consumo – penso impacta no mundo.
E como você está impactando o seu mundo?
Fonte: http://blogs.jovempan.uol.com.br/carreira/comunicacao-consciente/
Comunicao18.05
Imagem reprodução internet
Por Thaís Alves
Hoje sabemos que “vivemos todos no mesmo barco” e que tudo é uma rede: ação – reação – consequência, mas será que temos consciência de como é nossa comunicação interna – externa?

Como me relaciono e como interajo comigo e com todos os outros é o ponto de partida, a essência, o ponto zero, o ponto inicial de qualquer estudo ou tratado sobre comunicação.

Muito pouco tem sido falado sobre as relações interpessoais, as dificuldades na diversidade, na gestão, as poucas inovações na liderança corporativa, e o assunto PESSOAS é tratado com superficialidade e pudor.

Uma comunicação consciente é verdadeira, gera confiança, usa a percepção, é sensível, positiva, inteligente, mobiliza emoções, tem atitudes e ações, e faz as pessoas participarem e vivenciarem no coletivo, afinal somos indivíduos – que vivem no coletivo.

Minha ação deixa marcas, dá exemplos, deixa lembranças e impressões. Meu consumo gera empregos, faz a roda girar, deixa resíduo.  Meu pensamento norteia minhas escolhas
e caminhos. Minha comunicação constrói minhas relações.

Tudo o que faço – consumo – penso impacta no mundo.

E como você está impactando o seu mundo?

Fonte: http://blogs.jovempan.uol.com.br/carreira/comunicacao-consciente/
Qui, 17 de Maio de 2012 16:43

Comunicação é mesmo a chave do sucesso!

WRITTEN_BY Cibele

comunicao_a_chave_do_sucesso

Imagem Reprodução Internet

Por Thaís Alves

 

Consultora Thais Alves alerta que diálogo é fundamental no mundo corporativo
Qualquer empresa que deseja ter sucesso no (cada vez mais) competitivo mercado de trabalho sabe que os primeiros passos são a boa comunicação e o bom ambiente entre os funcionários, já que tais pontos alavancam a produtividade. Infelizmente, porém, em muitos casos há abuso de poder, troca de grosserias e falhas na relação entre superiores e empregados, o que joga por terra essa relação e só prejudica a empresa.
Ouvida por Oliveira Andrade, a personal trainer em comunicação Thais PublicidadeAlves, consultora da Jovem Pan lamentou que todos andemos “irritados”, algo que acaba exacerbado quando uma pessoa chega ao cargo de liderança, em muitos casos sonhado, sem saber como lidar com os companheiros de empresa, o que se transfigura em ordens dadas com tom ditatorial e na falta de um espaço para discussão e negociação.
Thais revelou que “é muito mais fácil ser um bom líder, por exemplo, na participação, e não na liderança autocrática”, que infelizmente é muito comum e, ressaltou, não apenas em uma empresa, mas também no ambiente familiar. Para minimizar os transtornos causados por essa liderança, ela sugere novamente “a co-autoria”, que pode gerar boas ideias, através da soma de novas mentes a um processo anteriormente limitado a poucos empregados.
Fonte: http://jovempan.uol.com.br/noticias/comportamento/2011/10/comunicacao-e-mesmo-a-chave-do-sucesso.html
Consultora Thais Alves alerta que diálogo é fundamental no mundo corporativo
Qualquer empresa que deseja ter sucesso no (cada vez mais) competitivo mercado de trabalho sabe que os primeiros passos são a boa comunicação e o bom ambiente entre os funcionários, já que tais pontos alavancam a produtividade. Infelizmente, porém, em muitos casos há abuso de poder, troca de grosserias e falhas na relação entre superiores e empregados, o que joga por terra essa relação e só prejudica a empresa.

Ouvida por Oliveira Andrade, a personal trainer em comunicação Thais PublicidadeAlves, consultora da Jovem Pan lamentou que todos andemos “irritados”, algo que acaba exacerbado quando uma pessoa chega ao cargo de liderança, em muitos casos sonhado, sem saber como lidar com os companheiros de empresa, o que se transfigura em ordens dadas com tom ditatorial e na falta de um espaço para discussão e negociação.

Thais revelou que “é muito mais fácil ser um bom líder, por exemplo, na participação, e não na liderança autocrática”, que infelizmente é muito comum e, ressaltou, não apenas em uma empresa, mas também no ambiente familiar. Para minimizar os transtornos causados por essa liderança, ela sugere novamente “a co-autoria”, que pode gerar boas ideias, através da soma de novas mentes a um processo anteriormente limitado a poucos empregados.

Fonte: http://jovempan.uol.com.br/noticias/comportamento/2011/10/comunicacao-e-mesmo-a-chave-do-sucesso.html

 

 

Segundo especialista, os seguros demais devem tomar cuidado para que a segurança não ultrapasse a linha tênue da arrogância
Demonstrar segurança no ambiente de trabalho é essencial. Contudo, os profissionais devem tomar cuidado para que a segurança não ultrapasse a linha tênue da arrogância. O alerta é do diretor executivo da Bazz Estratégia e Operação de RH, Edvaldo Rodrigues.
Segundo Rodrigues, profissionais que se mostram sempre 100% seguros tendem a assumir responsabilidades maiores do que as que estão preparados para ter, correndo um alto risco de não serem bem-sucedidos na empreitada.
Além disso, essas pessoas, geralmente, não buscam ajuda, acham que não precisam se atualizar e não se atentam às mudanças que estão ocorrendo em sua área de atuação. No que diz respeito ao perfil destes profissionais, o especialista diz o seguinte:
“Normalmente, este profissional tem autoestima muito elevada, demonstra confiança, o que ajuda a passar credibilidade (…) Contudo, essa segurança só deve ocorrer sobre o que o profissional domina de fato, caso contrário, com o tempo, ele se prejudicará”.
Insegurança
No lado oposto da segurança total está a insegurança e, como já é de domínio público, ela é muito prejudicial para a carreira. Entretanto, o mais perigoso, neste caso, é a dificuldade de perguntar, o que leva estes profissionais ao erro.
Em decorrência disso, outro problema aparece, ressalta Rodrigues, a tendência de esconder qualquer coisa que não tenha sido entregue como esperado e planejado.
“Esse profissional tem medo de assumir eventuais erros por conta da dificuldade em se expor, o que pode, inclusive, fazê-lo perder oportunidades profissionais. Isso porque, a pessoa, mesmo com conhecimento, ao ter uma boa ideia fica insegura em compartilhá-la”, explica o diretor executivo da Bazz.
Liderança
No que diz respeito àqueles que ocupam cargos de liderança, quando o assunto é segurança, os dois extremos – o 100% seguro e o inseguro – são prejudiciais, porém o último pode trazer consequências mais graves.
“Os líderes que se demonstram inseguros, acabam deixando a equipe insegura, o que impacta nos resultados da empresa”, lembra Rodrigues. No mais, completa ele, esses líderes podem enfrentar problemas como insubordinação e desenvolverem um sentimento de fracasso.
“Na verdade, independentemente de ser líder ou não, o profissional deve tomar cuidado com os dois extremos. Deve-se procurar o equilíbrio, tentar enfrentar as dificuldades e sempre manter uma postura de humildade”, finalizao especialista.
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/seguranca-demais-ou-inseguranca-o-que-prejudica-mais-a-carreira/55217/
autoconfiana
Imagem Reprodução Internet
Segundo especialista, os seguros demais devem tomar cuidado para que a segurança não ultrapasse a linha tênue da arrogância

Demonstrar segurança no ambiente de trabalho é essencial. Contudo, os profissionais devem tomar cuidado para que a segurança não ultrapasse a linha tênue da arrogância. O alerta é do diretor executivo da Bazz Estratégia e Operação de RH, Edvaldo Rodrigues.

Segundo Rodrigues, profissionais que se mostram sempre 100% seguros tendem a assumir responsabilidades maiores do que as que estão preparados para ter, correndo um alto risco de não serem bem-sucedidos na empreitada.

Além disso, essas pessoas, geralmente, não buscam ajuda, acham que não precisam se atualizar e não se atentam às mudanças que estão ocorrendo em sua área de atuação. No que diz respeito ao perfil destes profissionais, o especialista diz o seguinte:

“Normalmente, este profissional tem autoestima muito elevada, demonstra confiança, o que ajuda a passar credibilidade (…) Contudo, essa segurança só deve ocorrer sobre o que o profissional domina de fato, caso contrário, com o tempo, ele se prejudicará”.

Insegurança

No lado oposto da segurança total está a insegurança e, como já é de domínio público, ela é muito prejudicial para a carreira. Entretanto, o mais perigoso, neste caso, é a dificuldade de perguntar, o que leva estes profissionais ao erro.

Em decorrência disso, outro problema aparece, ressalta Rodrigues, a tendência de esconder qualquer coisa que não tenha sido entregue como esperado e planejado.

“Esse profissional tem medo de assumir eventuais erros por conta da dificuldade em se expor, o que pode, inclusive, fazê-lo perder oportunidades profissionais. Isso porque, a pessoa, mesmo com conhecimento, ao ter uma boa ideia fica insegura em compartilhá-la”, explica o diretor executivo da Bazz.

Liderança

No que diz respeito àqueles que ocupam cargos de liderança, quando o assunto é segurança, os dois extremos – o 100% seguro e o inseguro – são prejudiciais, porém o último pode trazer consequências mais graves.

“Os líderes que se demonstram inseguros, acabam deixando a equipe insegura, o que impacta nos resultados da empresa”, lembra Rodrigues. No mais, completa ele, esses líderes podem enfrentar problemas como insubordinação e desenvolverem um sentimento de fracasso.

“Na verdade, independentemente de ser líder ou não, o profissional deve tomar cuidado com os dois extremos. Deve-se procurar o equilíbrio, tentar enfrentar as dificuldades e sempre manter uma postura de humildade”, finalizao especialista.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/seguranca-demais-ou-inseguranca-o-que-prejudica-mais-a-carreira/55217/
Qui, 10 de Maio de 2012 16:07

Ruídos no Trabalho podem causar dependência

WRITTEN_BY Cibele
Ruido_no__trabalho
Imagem reprodução internet
Por Thaís Alves

Na maior parte das empresas encontramos espaços enormes que comportam diversos departamentos e apesar da grande poluição sonora, precisamos fazer o máximo de esforço para ter concentração e conseguir trabalhar. Tarefa difícil?!

Tem sempre aquele que gosta de rir alto, falar ao telefone berrando, bater a porta do banheiro com força, escutar música super alta com fone de ouvido e o pior de tudo, cantar no ambiente de trabalho.

Segundo matéria da Folha de São Paulo, “o barulho em excesso vicia e pode até mudar o comportamento”.

De acordo com uma fonoaudióloga: “o ruído, até certo ponto, pode ser comparado com uma droga, ou seja, algo que vicia. Música alta e ruídos do dia a dia fazem com que o indivíduo desenvolva certas alterações hormonais que até podem deixar a pessoa em “estado de transe” e isso causa um certo prazer e uma certa dependência.

Precisamos passar a gostar do silêncio, da música baixa, de um tom de voz baixo e tranquilo.

Criar um ambiente silencioso ajuda na concentração e no bem estar das pessoas.  O Silêncio também é comunicação.

Fonte: http://blogs.jovempan.uol.com.br/carreira/ruidos-no-trabalho/

Seg, 07 de Maio de 2012 16:12

Fique longe do seu email para viver mais!

WRITTEN_BY Cibele
Se afaste dos correios eletrônicos para render mais no trabalho e esquentar menos a cabeça.
Você anda estressado no trabalho? Está com vontade de fazer o computador voar pela janela? Pois saiba que boa parte da culpa pelo seu stress no trabalho pode ser creditada a algo aparentemente inofensivo: a sua caixa de email.
Segundo um estudo feito pelo exército dos Estados Unidos em conjunto com a UC Irvine, os correios eletrônicos são responsáveis por boa parte do stress sofrido pelos colaboradores em um ambiente de trabalho.
A pesquisa foi feita de maneira relativamente simples: cientistas utilizaram ferramentas para monitorar o coração de funcionários durante o trabalho em um escritório comum, incluindo momentos corriqueiros do dia, como a troca de janelas e visualização de e-mails profissionais.
Com isso, foi possível perceber que aqueles colaboradores que abriam os seus correios eletrônicos atingiam com mais frequência um “estado de alerta”. O pior é que depois disso eles permaneciam dessa forma, ou seja, trabalhando com uma alta dose de stress.
Em contrapartida, quando colocados em um novo ritmo de trabalho no qual não era preciso checar e-mails, estes mesmos trabalhadores apresentaram comportamentos mais “naturais” e com menores variações em seus batimentos cardíacos.
O estudo identificou também que se você remover a pressão dos correios eletrônicos do dia a dia de alguns trabalhadores, estes podem até mesmo render mais, uma vez que ficarão menos estressados e passarão a se concentrar mais em cada tarefa de forma separada.
A pesquisa ainda é apenas a base de algo mais profundo, uma vez que foi realizada com apenas 13 funcionários. Apesar disso, ela já pode servir como fonte de informações para que empresas busquem alternativas para diminuir o stress de seus colaboradores e fazê-los trabalhar melhor.
Fontes: UC Irvine e io9
Fonte: http://www.tecmundo.com.br/pesquisa/23128-fique-longe-do-seu-email-para-viver-mais-.htm#ixzz1uCWoNENz
E-mails_corao
Emails podem fazer o seu coração bater mais do que deveria (Fonte da imagem: Reprodução/io9)
Se afaste dos correios eletrônicos para render mais no trabalho e esquentar menos a cabeça.
Você anda estressado no trabalho? Está com vontade de fazer o computador voar pela janela? Pois saiba que boa parte da culpa pelo seu stress no trabalho pode ser creditada a algo aparentemente inofensivo: a sua caixa de email.

Segundo um estudo feito pelo exército dos Estados Unidos em conjunto com a UC Irvine, os correios eletrônicos são responsáveis por boa parte do stress sofrido pelos colaboradores em um ambiente de trabalho.

A pesquisa foi feita de maneira relativamente simples: cientistas utilizaram ferramentas para monitorar o coração de funcionários durante o trabalho em um escritório comum, incluindo momentos corriqueiros do dia, como a troca de janelas e visualização de e-mails profissionais.

Com isso, foi possível perceber que aqueles colaboradores que abriam os seus correios eletrônicos atingiam com mais frequência um “estado de alerta”. O pior é que depois disso eles permaneciam dessa forma, ou seja, trabalhando com uma alta dose de stress.

Em contrapartida, quando colocados em um novo ritmo de trabalho no qual não era preciso checar e-mails, estes mesmos trabalhadores apresentaram comportamentos mais “naturais” e com menores variações em seus batimentos cardíacos.

O estudo identificou também que se você remover a pressão dos correios eletrônicos do dia a dia de alguns trabalhadores, estes podem até mesmo render mais, uma vez que ficarão menos estressados e passarão a se concentrar mais em cada tarefa de forma separada.

A pesquisa ainda é apenas a base de algo mais profundo, uma vez que foi realizada com apenas 13 funcionários. Apesar disso, ela já pode servir como fonte de informações para que empresas busquem alternativas para diminuir o stress de seus colaboradores e fazê-los trabalhar melhor.

Fontes: UC Irvine e io9


Fonte: http://www.tecmundo.com.br/pesquisa/23128-fique-longe-do-seu-email-para-viver-mais-.htm#ixzz1uCWoNENz
Sex, 04 de Maio de 2012 20:53

Informalidade pode limitar crescimento profissional

WRITTEN_BY Cibele
De acordo com especialista, por mais tempo que esteja na mesma empresa, profissional não pode esquecer que não está em casa
Depois de trabalhar muito tempo na mesma empresa e com os mesmos colegas, alguns profissionais acabam se confundindo, adotando uma postura muito mais coerente com o ambiente familiar do que com o profissional. Embora se sentir à vontade na empresa em que atua facilita o desenvolvimento de algumas atividades, a informalidade tem seus limites.
De acordo com a especialista em soluções de RH da De Bernt Entschev Human Capital, Renata Perrone, quando os profissionais atuam muito tempo na mesma empresa, eventualmente acabam tendo atitudes informais demais. Essas atitudes acabam transparecendo em brincadeiras, palavrões, piadas, apelidos e roupas, por exemplo.
A questão é que, mesmo que o profissional esteja adaptado ao ambiente e acostumado com ele, não deve se esquecer de que o ambiente profissional deve sempre ser tratado como tal. Mas como não escorregar? Renata faz duas sugestões: observação e bom senso.
Observação e bom senso
Em primeiro lugar, o profissional deve sempre observar como os demais membros da equipe agem, sobretudo, o chefe. “O chefe normalmente já foi orientado para ser o modelo”, diz Renata. Mas vale uma ressaltava: os chefes nem sempre têm a postura mais adequada, ou seja, não agem de acordo com a posição.
Por isso, o bom senso é importante. Se o chefe falar muito palavrão, por exemplo, sua posição não justifica tal comportamento nem deve ser seguida. Além de observar o chefe, é importante analisar o ambiente e as demais pessoas. Em uma agência de publicidade, o clima descontraído será natural, ao passo que, em uma empresa de consultoria, exige-se um comportamento mais sério.
Em relação aos demais membros da equipe, a situação é ainda mais delicada. Os profissionais não são iguais, e, portanto, nem todos vão aceitar as brincadeiras, apelidos e piadas da mesma forma. Aqui, novamente, vale a mesma dica: observe. “Repare no ambiente. Tem gente que se ofende, enquanto outros adoram. Tem pessoas com que você pode brincar e têm outras que não”, explica Renata.
No caso das roupas, “o casual day, por exemplo, não significa que você pode usar decote ou ir com a camiseta da sua banda favorita”, diz Renata. É mais um momento de usar uma calça jeans, em vez da calça social, sugere.
Os brincalhões
Se por um lado ser uma pessoa brincalhona ajuda a descontrair o estresse do dia a dia, por outro, essa característica também pode atrapalhar bastante o desenvolvimento da carreira. De acordo com a especialista, quando os profissionais ganham a fama de brincalhões - de que não são sérios quando a situação exige –, isso pode limitar seu crescimento.
“Já ouvi profissionais, considerados como bons trabalhadores, deixarem de ser promovidos, pois eram conhecidos como brincalhões”, lembra Renata. Mesmo que a equipe incentive tal comportamento, isso não quer dizer que esta é uma atitude positiva para a carreira.
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/informalidade-pode-limitar-crescimento-profissional/54851/
De acordo com especialista, por mais tempo que esteja na mesma empresa, profissional não pode esquecer que não está em casa
Depois de trabalhar muito tempo na mesma empresa e com os mesmos colegas, alguns profissionais acabam se confundindo, adotando uma postura muito mais coerente com o ambiente familiar do que com o profissional. Embora se sentir à vontade na empresa em que atua facilita o desenvolvimento de algumas atividades, a informalidade tem seus limites.
Roupa_trabalho
Imagem reprodução internet
De acordo com a especialista em soluções de RH da De Bernt Entschev Human Capital, Renata Perrone, quando os profissionais atuam muito tempo na mesma empresa, eventualmente acabam tendo atitudes informais demais. Essas atitudes acabam transparecendo em brincadeiras, palavrões, piadas, apelidos e roupas, por exemplo.

A questão é que, mesmo que o profissional esteja adaptado ao ambiente e acostumado com ele, não deve se esquecer de que o ambiente profissional deve sempre ser tratado como tal. Mas como não escorregar? Renata faz duas sugestões: observação e bom senso.

Observação e bom senso
Em primeiro lugar, o profissional deve sempre observar como os demais membros da equipe agem, sobretudo, o chefe. “O chefe normalmente já foi orientado para ser o modelo”, diz Renata. Mas vale uma ressaltava: os chefes nem sempre têm a postura mais adequada, ou seja, não agem de acordo com a posição.

Por isso, o bom senso é importante. Se o chefe falar muito palavrão, por exemplo, sua posição não justifica tal comportamento nem deve ser seguida. Além de observar o chefe, é importante analisar o ambiente e as demais pessoas. Em uma agência de publicidade, o clima descontraído será natural, ao passo que, em uma empresa de consultoria, exige-se um comportamento mais sério.

Em relação aos demais membros da equipe, a situação é ainda mais delicada. Os profissionais não são iguais, e, portanto, nem todos vão aceitar as brincadeiras, apelidos e piadas da mesma forma. Aqui, novamente, vale a mesma dica: observe. “Repare no ambiente. Tem gente que se ofende, enquanto outros adoram. Tem pessoas com que você pode brincar e têm outras que não”, explica Renata.

No caso das roupas, “o casual day, por exemplo, não significa que você pode usar decote ou ir com a camiseta da sua banda favorita”, diz Renata. É mais um momento de usar uma calça jeans, em vez da calça social, sugere.

Os brincalhões
Se por um lado ser uma pessoa brincalhona ajuda a descontrair o estresse do dia a dia, por outro, essa característica também pode atrapalhar bastante o desenvolvimento da carreira. De acordo com a especialista, quando os profissionais ganham a fama de brincalhões - de que não são sérios quando a situação exige –, isso pode limitar seu crescimento.

“Já ouvi profissionais, considerados como bons trabalhadores, deixarem de ser promovidos, pois eram conhecidos como brincalhões”, lembra Renata. Mesmo que a equipe incentive tal comportamento, isso não quer dizer que esta é uma atitude positiva para a carreira.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/informalidade-pode-limitar-crescimento-profissional/54851/
Ter, 24 de Abril de 2012 17:47

Comunicação estressada

WRITTEN_BY Cibele
Comunicao_estressada
Imagem reprodução internet
Na semana passada, vocês devem ter acompanhado diversas matérias dizendo que quase metade dos brasileiros está acima do peso, o que é realmente preocupante.

Isso quer dizer que as pessoas estão praticando menos exercício físico, portanto produzindo menos endorfina, que acalma, energiza e dá ânimo.

Sem ânimo, energia e tranquilidade o que pode restar? Estresse, raiva…insônia..

Para quem é chefe isso é mais complicado ainda, porque, sem equilíbrio
emocional, tudo acaba sendo problema dos subordinados.

A vida casa- trânsito-trabalho, trabalho-trânsito-casa passa a virar uma rotina e isso vai se transformando em estresse e daqui uns anos em depressão.

O estresse está presente em maior parte das pessoas que moram em cidade grande.

O que fazer para combater o estresse?

Não deixe que a rotina o domine. Comece a planejar o seu dia:

- Acorde 2 horas mais cedo

- Comece a praticar uma atividade física. Se você acha academia muito chato, escolha a caminhada matinal no seu bairro. Caso tenha cachorro, melhor ainda! Leve-o para passear.

- Inscreva-se em aulas de dança de salão: uma ótima forma para descontrair os músculos, relaxar a cabeça e os ombros.

- Passe a praticar meditação: se você tem dificuldade de ficar parado, escolha a meditação  dinâmica: as técnicas do Osho são ótimas!.

- Invista na alimentação saudável: por exemplo, brócolis, espinafre, cenoura. Saiu uma matéria essa semana comprovando que esses alimentos deixam as pessoas mais bonitas.

Ser uma pessoa bem humorada e tranquila é essencial para que a comunicação seja saudável no dia a dia, tanto no trabalho como em casa.

Fonte: http://blogs.jovempan.uol.com.br/carreira/comunicacao-estressada

Depois de alguns anos na mesma empresa, o profissional cresce, se desenvolve e vai conquistando posições cada vez mais de destaque, como gerência, diretoria e presidência. De uma hora para outra, porém, ele pode perder a emprego e ter de se recolocar no mercado, tendo, por vezes, de aceitar um cargo inferior ao que estava ocupando.
Embora essa situação não seja tão incomum, nem todos os profissionais sabem lidar com isso. Alguns simplesmente não querem aceitar um cargo inferior, o que pode fazer com que passem muito tempo fora do mercado. Outros, por conta de insegurança, acabam aceitando qualquer oportunidade, podendo facilmente se frustrar.
Então, o que fazer? A primeira dica da consultora Meiry Kamia é que o profissional não se apegue tanto à nomenclatura do cargo. Ou seja, não é só porque era diretor em uma empresa que ele não deve aceitar uma posição de gerência, por exemplo. O que deve ser analisado não é a nomenclatura, mas sim as oportunidades e desafios oferecidos.
“Você pode ser o diretor de uma empresa e ter uma equipe de 5 pessoas. Já em outra organização, como gerente, você pode ter uma equipe de 30”, explica a consultora. Da mesma forma, uma posição que você considere inferior – em relação à ocupada anteriormente - pode proporcionar oportunidades que você jamais teria na empresa antiga.
Não se importe com a nomenclatura
As empresas possuem nomenclaturas específicas e nem sempre faz sentido se basear nelas. Segundo a consultora, o maior impacto para os profissionais - quando perdem uma determinada posição - é de ordem psicológica, ou seja, se sentem inferiores por não poderem mais dizer que são diretores ou gerentes.
“O profissional não pode se confundir com o cargo; ele não é um cargo, é um profissional que assume algumas funções dentro da organização”, diz Meiry. É justamente por isso que não há problema nenhum em assumir uma posição inferior, desde que ela traga as oportunidades que considere importantes para o desenvolvimento da carreira.
Crescimento
Além disso, mesmo que se depare com uma oferta que não esteja necessariamente a sua altura, se acreditar que existe perspectiva de crescimento na empresa, vale a pena tentar. “Às vezes, é importante dar um passo para trás, para dar dois para frente”, diz a consultora. Além disso, se a nova empresa realmente valorizar seu capital humano e você mostrar que tem valor, na primeira oportunidade, possivelmente será promovido.
Os profissionais não devem esquecer que só conquistaram uma posição de destaque na empresa anterior porque mostraram resultados, entregando um trabalho com qualidade e fazendo a diferença. Agora, na nova empresa, ele tem de mostrar novamente o seu valor para assumir as posições estratégias.
Reserva financeira
Outro aspecto importante é a questão financeira. Se o profissional não tiver uma reserva para um momento de desemprego, ele corre o risco de não ter condições de avaliar as oportunidades, tendo de aceitar a primeira que aparecer. Apesar do plano de carreira, o profissional também vai ter de ser prático e objetivo nesse momento. "Se ele não tiver dinheiro e as contas começarem a chegar no final do mês, a situação não vai permitir muitas escolhas", pondera a consultora.
Por outro lado, mesmo que tenha dinheiro, não é aconselhável ficar muito tempo fora do mercado. "Ele não pode deixar passar muito tempo, pois isso pode acabar com sua autoestima, que é essencial para atingir os objetivos", finaliza Meiry.
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/perdeu-o-emprego-posicoes-inferiores-nem-sempre-devem-ser-descartadas/54425/
recolocao_profissional
Imagem reprodução internet
Depois de alguns anos na mesma empresa, o profissional cresce, se desenvolve e vai conquistando posições cada vez mais de destaque, como gerência, diretoria e presidência. De uma hora para outra, porém, ele pode perder a emprego e ter de se recolocar no mercado, tendo, por vezes, de aceitar um cargo inferior ao que estava ocupando.

Embora essa situação não seja tão incomum, nem todos os profissionais sabem lidar com isso. Alguns simplesmente não querem aceitar um cargo inferior, o que pode fazer com que passem muito tempo fora do mercado. Outros, por conta de insegurança, acabam aceitando qualquer oportunidade, podendo facilmente se frustrar.

Então, o que fazer? A primeira dica da consultora Meiry Kamia é que o profissional não se apegue tanto à nomenclatura do cargo. Ou seja, não é só porque era diretor em uma empresa que ele não deve aceitar uma posição de gerência, por exemplo. O que deve ser analisado não é a nomenclatura, mas sim as oportunidades e desafios oferecidos.

“Você pode ser o diretor de uma empresa e ter uma equipe de 5 pessoas. Já em outra organização, como gerente, você pode ter uma equipe de 30”, explica a consultora. Da mesma forma, uma posição que você considere inferior – em relação à ocupada anteriormente - pode proporcionar oportunidades que você jamais teria na empresa antiga.

Não se importe com a nomenclatura

As empresas possuem nomenclaturas específicas e nem sempre faz sentido se basear nelas. Segundo a consultora, o maior impacto para os profissionais - quando perdem uma determinada posição - é de ordem psicológica, ou seja, se sentem inferiores por não poderem mais dizer que são diretores ou gerentes.

“O profissional não pode se confundir com o cargo; ele não é um cargo, é um profissional que assume algumas funções dentro da organização”, diz Meiry. É justamente por isso que não há problema nenhum em assumir uma posição inferior, desde que ela traga as oportunidades que considere importantes para o desenvolvimento da carreira.

Crescimento

Além disso, mesmo que se depare com uma oferta que não esteja necessariamente a sua altura, se acreditar que existe perspectiva de crescimento na empresa, vale a pena tentar. “Às vezes, é importante dar um passo para trás, para dar dois para frente”, diz a consultora. Além disso, se a nova empresa realmente valorizar seu capital humano e você mostrar que tem valor, na primeira oportunidade, possivelmente será promovido.

Os profissionais não devem esquecer que só conquistaram uma posição de destaque na empresa anterior porque mostraram resultados, entregando um trabalho com qualidade e fazendo a diferença. Agora, na nova empresa, ele tem de mostrar novamente o seu valor para assumir as posições estratégias.

Reserva financeira

Outro aspecto importante é a questão financeira. Se o profissional não tiver uma reserva para um momento de desemprego, ele corre o risco de não ter condições de avaliar as oportunidades, tendo de aceitar a primeira que aparecer. Apesar do plano de carreira, o profissional também vai ter de ser prático e objetivo nesse momento. "Se ele não tiver dinheiro e as contas começarem a chegar no final do mês, a situação não vai permitir muitas escolhas", pondera a consultora.

Por outro lado, mesmo que tenha dinheiro, não é aconselhável ficar muito tempo fora do mercado. "Ele não pode deixar passar muito tempo, pois isso pode acabar com sua autoestima, que é essencial para atingir os objetivos", finaliza Meiry.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/perdeu-o-emprego-posicoes-inferiores-nem-sempre-devem-ser-descartadas/54425/
Qui, 12 de Abril de 2012 16:56

Você amadurece ou endurece?

WRITTEN_BY Cibele
Você amadurece ou endurece?
Como anda seu crescimento interior?
Quando precisa fazer uma difícil escolha, você prefere ser inflexível e teimoso ou aceita uma nova fase?
Para ter uma nova atitude, o primeiro passo é você se livrar de atitudes velhas. O segredo é sempre tentar o novo, mudar uma nova comunicação.
Sempre é sua escolha: morrer de medo, de egoísmo ou apego às coisas passadas, ou tentar, ousar, criar uma nova história, superar uma nova etapa de vida. Nova fase,  novos riscos.
Você pode encontrar obstáculos nessa nova fase, mas pode também não encontrá-los.
Se você não encontrá-los, melhor ainda. Mas se você não sair da acomodação, talvez se perca na vida. Aí, entristece e fica morno.
Para crescer, é preciso arriscar. Para arriscar,  é preciso ter coragem. Para  ter coragem, é preciso enfrentar o medo. Para enfrentar o medo, é preciso ter coragem para superar a dor. E para superar a dor é preciso amar a vida.
Fonte: http://blogs.jovempan.uol.com.br/carreira/voce-amadurece-ou-endurece/
Escolhas
Imagem reprodução Internet
Como anda seu crescimento interior?

Quando precisa fazer uma difícil escolha, você prefere ser inflexível e teimoso ou aceita uma nova fase?

Para ter uma nova atitude, o primeiro passo é você se livrar de atitudes velhas. O segredo é sempre tentar o novo, mudar uma nova comunicação.

Sempre é sua escolha: morrer de medo, de egoísmo ou apego às coisas passadas, ou tentar, ousar, criar uma nova história, superar uma nova etapa de vida. Nova fase,  novos riscos.

Você pode encontrar obstáculos nessa nova fase, mas pode também não encontrá-los.

Se você não encontrá-los, melhor ainda. Mas se você não sair da acomodação, talvez se perca na vida. Aí, entristece e fica morno.

Para crescer, é preciso arriscar. Para arriscar,  é preciso ter coragem. Para  ter coragem, é preciso enfrentar o medo. Para enfrentar o medo, é preciso ter coragem para superar a dor. E para superar a dor é preciso amar a vida.

Fonte: http://blogs.jovempan.uol.com.br/carreira/voce-amadurece-ou-endurece/
Qui, 12 de Abril de 2012 16:53

Você amadurece ou endurece?

WRITTEN_BY Cibele
Você amadurece ou endurece?
Como anda seu crescimento interior?
Quando precisa fazer uma difícil escolha, você prefere ser inflexível e teimoso ou aceita uma nova fase?
Para ter uma nova atitude, o primeiro passo é você se livrar de atitudes velhas. O segredo é sempre tentar o novo, mudar uma nova comunicação.
Sempre é sua escolha: morrer de medo, de egoísmo ou apego às coisas passadas, ou tentar, ousar, criar uma nova história, superar uma nova etapa de vida. Nova fase,  novos riscos.
Você pode encontrar obstáculos nessa nova fase, mas pode também não encontrá-los.
Se você não encontrá-los, melhor ainda. Mas se você não sair da acomodação, talvez se perca na vida. Aí, entristece e fica morno.
Para crescer, é preciso arriscar. Para arriscar,  é preciso ter coragem. Para  ter coragem, é preciso enfrentar o medo. Para enfrentar o medo, é preciso ter coragem para superar a dor. E para superar a dor é preciso amar a vida.
Fonte: http://blogs.jovempan.uol.com.br/carreira/voce-amadurece-ou-endurece/
Escolhas
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Como anda seu crescimento interior?

Quando precisa fazer uma difícil escolha, você prefere ser inflexível e teimoso ou aceita uma nova fase?

Para ter uma nova atitude, o primeiro passo é você se livrar de atitudes velhas. O segredo é sempre tentar o novo, mudar uma nova comunicação.

Sempre é sua escolha: morrer de medo, de egoísmo ou apego às coisas passadas, ou tentar, ousar, criar uma nova história, superar uma nova etapa de vida. Nova fase,  novos riscos.

Você pode encontrar obstáculos nessa nova fase, mas pode também não encontrá-los.

Se você não encontrá-los, melhor ainda. Mas se você não sair da acomodação, talvez se perca na vida. Aí, entristece e fica morno.

Para crescer, é preciso arriscar. Para arriscar,  é preciso ter coragem. Para  ter coragem, é preciso enfrentar o medo. Para enfrentar o medo, é preciso ter coragem para superar a dor. E para superar a dor é preciso amar a vida.

Fonte: http://blogs.jovempan.uol.com.br/carreira/voce-amadurece-ou-endurece/
Especialista avalia se ficar muito tempo ou pouco tempo em uma mesma organização é positivo ou negativo
Se você fica pouco tempo nas empresas em que trabalha, pode ser um mau sinal, indicando talvez que você não consegue se adaptar ou não tem comprometimento. Por outro lado, se passa anos na mesma empresa, pode ser visto como um profissional acomodado e que não está interessado em novas oportunidades e novos desafios. Mas será que é assim mesmo que as coisas funcionam?
De acordo com a consultora da DMRH, Priscila Rignani, cada caso é um caso e os selecionadores vão tentar identificar, por meio de outros dados disponibilizados no currículo, o que aconteceu para que houvesse tantas trocas de emprego ou uma permanência muito longa em uma mesma organização.
No caso daqueles que ficam pouco tempo nas empresas, Priscila já alerta que essa postura não inspira muito confiança aos selecionadores. Na prática, os recrutadores procuram profissionais que vão ficar bastante tempo nas empresas para as quais estão sendo selecionados. Isso é o que representa uma seleção de sucesso.
Mudança justificada?
Porém, muitos profissionais acreditam que há casos em que a mudança é justificada. Justificar que mudou de emprego várias vezes, pois as empresas não ofereciam oportunidades de crescimento é e não é um bom motivo. Priscila explica que, se o profissional mudou em menos de 1 ano de emprego por conta desse motivo, isso nem sempre serve como justificativa. “Em menos de um ano, não dá para saber se a empresa oferece oportunidade de crescimento”, explica Priscila.
Ou seja, dificilmente você vai conseguir convencer um selecionador com esse motivo. Além disso, se você deu essa justificativa, é bom saber que você pode estar passando a mensagem de que tem uma expectativa de crescimento muito acelerada, o que também pode preocupar o selecionador, pois são poucas as empresas que oferecem oportunidade de crescimento tão rápida.
Casos e casos
Por outro lado, há argumentos que justificam a permanência muito curta em uma posição. Segundo Priscila, se o candidato recebeu uma proposta de emprego com a promessa de que em poucos meses estaria desempenhando determinada função ou desenvolvendo determinado projeto, mas a empresa não cumpriu o combinado, ele tem razão de procurar outra organização.
Nessa mesma linha, se o profissional saiu porque foi contratado temporariamente ou apenas para o desenvolvimento de um determinado projeto, os selecionadores não veem as mudanças de forma negativa. No caso dos jovens, que atuam principalmente como estagiários, as mudanças frequentes de emprego também não são vistas como ruins. “É uma época em que eles estão experimentando, descobrindo com o que querem trabalhar”, explica a consultora.
Essa questão é bastante importante, pois, aos olhos dos selecionadores, “comportamento passado, dita comportamento futuro”, conforme explica a consultora. Ou seja, sem boas justificativas, se você troca frequentemente de emprego, possivelmente trocará novamente, o que não é nada interessante para os selecionadores.
Embora não exista uma regra em relação ao tempo em que os profissionais devam ficar em uma mesma organização, há elementos que ajudam os recrutadores a entender se as trocas constantes ou a permanência muito longa foi em benefício da carreira ou porque o profissional não é comprometido com o trabalho.
A questão do salário
Na área de TI, por exemplo, é frequente ver profissionais saindo por conta de salário melhores. “Por R$ 200 a mais eles saem do emprego”, diz Priscila. Remuneração, por sua vez, também não é uma boa razão para trocas constantes. “Se o profissional ganha de acordo com a média do mercado, um salário um pouco melhor não pode ser elementos principal para uma mudança”. Se, por outro lado, ele recebe muito abaixo do que o mercado está pagando, uma troca se justifica.
Outro bom motivo para mudar de emprego é assumir posições melhores. Se em 2 anos você mudou três vezes de emprego, mas de analista agora é gerente, sem problemas. Mas, se mudou com tal frequência, sempre assumindo uma mesma posição, isso não será muito bem visto.
Se trocar muito de emprego gera dúvidas, ficar muito tempo também pode ser interpretado como um mau sinal. Mas nem sempre. Segundo a consultora, se o profissional está há anos na mesma empresa, fazendo as mesmas atividades, na mesma posição e com um salário quase estagnado, isso revela certo comodismo.
Acomodado?
Embora os selecionadores estejam procurando profissionais que ficarão por um bom tempo na empresa, eles não querem pessoas acomodadas e sem objetivos. “Se o profissional ficou muito tempo na empresa anterior, eu vou olhar se ele teve crescimento nesse tempo”, diz a consultora.
Crescimento é justamente a palavra que define a carreira do diretor de operações e comercial da Copagaz, o economista Amaro Helfstein. Em 37 anos de dedicação à empresa, Helfstein começou como auxiliar de contabilidade, passando para gerente de controller, depois gerente financeiro e, por fim, diretor comercial.
Apesar de ter ficado quase 40 anos na mesma empresa, o economista fez 12 cursos de especialização e aproveitou diversas oportunidades e desafios que a empresa foi oferecendo ao longo dos anos. “Aqui, sempre tem algo a ser alcançado, novos desafios, novas perspectivas”, diz.
O diretor viu oportunidade de crescimento na Copagaz, que desde sua fundação permanece uma empresa familiar. Quando entrou na empresa, eram apenas 3 filiais e atualmente são 14, com perspectivas de expansão para outras regiões do Brasil, como Pernambuco e Bahia.
Assim, embora o profissional tenha permanecido anos em uma mesma empresa, fatores como crescimento, desenvolvimento, oportunidades e desafios sempre foram apresentados a ele. Além disso, afirma que o salário e o tratamento diferencial que recebe na empresa, por atuar próximo ao dono, o motiva a permanecer.
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/o-que-o-tempo-em-que-voce-ficou-em-uma-mesma-empresa-diz-sobre-voce/54085/
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Especialista avalia se ficar muito tempo ou pouco tempo em uma mesma organização é positivo ou negativo

Se você fica pouco tempo nas empresas em que trabalha, pode ser um mau sinal, indicando talvez que você não consegue se adaptar ou não tem comprometimento. Por outro lado, se passa anos na mesma empresa, pode ser visto como um profissional acomodado e que não está interessado em novas oportunidades e novos desafios. Mas será que é assim mesmo que as coisas funcionam?

De acordo com a consultora da DMRH, Priscila Rignani, cada caso é um caso e os selecionadores vão tentar identificar, por meio de outros dados disponibilizados no currículo, o que aconteceu para que houvesse tantas trocas de emprego ou uma permanência muito longa em uma mesma organização.

No caso daqueles que ficam pouco tempo nas empresas, Priscila já alerta que essa postura não inspira muito confiança aos selecionadores. Na prática, os recrutadores procuram profissionais que vão ficar bastante tempo nas empresas para as quais estão sendo selecionados. Isso é o que representa uma seleção de sucesso.

Mudança justificada?

Porém, muitos profissionais acreditam que há casos em que a mudança é justificada. Justificar que mudou de emprego várias vezes, pois as empresas não ofereciam oportunidades de crescimento é e não é um bom motivo. Priscila explica que, se o profissional mudou em menos de 1 ano de emprego por conta desse motivo, isso nem sempre serve como justificativa. “Em menos de um ano, não dá para saber se a empresa oferece oportunidade de crescimento”, explica Priscila.

Ou seja, dificilmente você vai conseguir convencer um selecionador com esse motivo. Além disso, se você deu essa justificativa, é bom saber que você pode estar passando a mensagem de que tem uma expectativa de crescimento muito acelerada, o que também pode preocupar o selecionador, pois são poucas as empresas que oferecem oportunidade de crescimento tão rápida.

Casos e casos

Por outro lado, há argumentos que justificam a permanência muito curta em uma posição. Segundo Priscila, se o candidato recebeu uma proposta de emprego com a promessa de que em poucos meses estaria desempenhando determinada função ou desenvolvendo determinado projeto, mas a empresa não cumpriu o combinado, ele tem razão de procurar outra organização.

Nessa mesma linha, se o profissional saiu porque foi contratado temporariamente ou apenas para o desenvolvimento de um determinado projeto, os selecionadores não veem as mudanças de forma negativa. No caso dos jovens, que atuam principalmente como estagiários, as mudanças frequentes de emprego também não são vistas como ruins. “É uma época em que eles estão experimentando, descobrindo com o que querem trabalhar”, explica a consultora.

Essa questão é bastante importante, pois, aos olhos dos selecionadores, “comportamento passado, dita comportamento futuro”, conforme explica a consultora. Ou seja, sem boas justificativas, se você troca frequentemente de emprego, possivelmente trocará novamente, o que não é nada interessante para os selecionadores.

Embora não exista uma regra em relação ao tempo em que os profissionais devam ficar em uma mesma organização, há elementos que ajudam os recrutadores a entender se as trocas constantes ou a permanência muito longa foi em benefício da carreira ou porque o profissional não é comprometido com o trabalho.

A questão do salário

Na área de TI, por exemplo, é frequente ver profissionais saindo por conta de salário melhores. “Por R$ 200 a mais eles saem do emprego”, diz Priscila. Remuneração, por sua vez, também não é uma boa razão para trocas constantes. “Se o profissional ganha de acordo com a média do mercado, um salário um pouco melhor não pode ser elementos principal para uma mudança”. Se, por outro lado, ele recebe muito abaixo do que o mercado está pagando, uma troca se justifica.

Outro bom motivo para mudar de emprego é assumir posições melhores. Se em 2 anos você mudou três vezes de emprego, mas de analista agora é gerente, sem problemas. Mas, se mudou com tal frequência, sempre assumindo uma mesma posição, isso não será muito bem visto.

Se trocar muito de emprego gera dúvidas, ficar muito tempo também pode ser interpretado como um mau sinal. Mas nem sempre. Segundo a consultora, se o profissional está há anos na mesma empresa, fazendo as mesmas atividades, na mesma posição e com um salário quase estagnado, isso revela certo comodismo.

Acomodado?

Embora os selecionadores estejam procurando profissionais que ficarão por um bom tempo na empresa, eles não querem pessoas acomodadas e sem objetivos. “Se o profissional ficou muito tempo na empresa anterior, eu vou olhar se ele teve crescimento nesse tempo”, diz a consultora.

Crescimento é justamente a palavra que define a carreira do diretor de operações e comercial da Copagaz, o economista Amaro Helfstein. Em 37 anos de dedicação à empresa, Helfstein começou como auxiliar de contabilidade, passando para gerente de controller, depois gerente financeiro e, por fim, diretor comercial.

Apesar de ter ficado quase 40 anos na mesma empresa, o economista fez 12 cursos de especialização e aproveitou diversas oportunidades e desafios que a empresa foi oferecendo ao longo dos anos. “Aqui, sempre tem algo a ser alcançado, novos desafios, novas perspectivas”, diz.

O diretor viu oportunidade de crescimento na Copagaz, que desde sua fundação permanece uma empresa familiar. Quando entrou na empresa, eram apenas 3 filiais e atualmente são 14, com perspectivas de expansão para outras regiões do Brasil, como Pernambuco e Bahia.

Assim, embora o profissional tenha permanecido anos em uma mesma empresa, fatores como crescimento, desenvolvimento, oportunidades e desafios sempre foram apresentados a ele. Além disso, afirma que o salário e o tratamento diferencial que recebe na empresa, por atuar próximo ao dono, o motiva a permanecer.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/o-que-o-tempo-em-que-voce-ficou-em-uma-mesma-empresa-diz-sobre-voce/54085/
Seg, 09 de Abril de 2012 17:24

A Comunicação do Corpo

WRITTEN_BY Cibele
Vá à frente de um espelho e analise sua postura: o que você demonstra ser? O que transpira? Ânimo e felicidade? Ou o acabado, desanimado e infeliz?
Através da postura, você demonstra quem é, por isso cuide bem dela.
Se você está desanimado, antes de dormir, faça uma “meditação”, levante-se, deixe seu corpo chacoalhar, sentindo a energia vindo de seus pés. Faça isso por uns 15 minutos. Coloque uma música que goste de ouvir e permita esse momento de tirar a tensão do seu corpo.
Comece a ser uma pessoa mais relaxada, mais receptiva, flexível.
Lembre-se sempre de uma frase: “só é possível  sermos felizes quando a alma e o corpo andarem juntos, de mãos dadas, aí sim, saberemos confiar, entregar, arriscar”.
Sua postura depende unicamente de você. Procure sempre ter uma boa colocação de ombros, bacia, pernas.
Quando você está cansado, acha tão difícil ter uma postura correta, não é? Segundo REICH, psiquiatra estudioso do comportamento humano, nosso corpo reflete nossa mente. Diz ele: “O homem cria couraças musculares, zonas rígidas, mortas. Para defender-se de qualquer situação, tanto de angústia, como de prazer, bloqueia a circulação de energia dessas zonas”.
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Imagem reprodução internet
Vá à frente de um espelho e analise sua postura: o que você demonstra ser? O que transpira? Ânimo e felicidade? Ou o acabado, desanimado e infeliz?

Através da postura, você demonstra quem é, por isso cuide bem dela.

Se você está desanimado, antes de dormir, faça uma “meditação”, levante-se, deixe seu corpo chacoalhar, sentindo a energia vindo de seus pés. Faça isso por uns 15 minutos. Coloque uma música que goste de ouvir e permita esse momento de tirar a tensão do seu corpo.

Comece a ser uma pessoa mais relaxada, mais receptiva, flexível.

Lembre-se sempre de uma frase: “só é possível  sermos felizes quando a alma e o corpo andarem juntos, de mãos dadas, aí sim, saberemos confiar, entregar, arriscar”.

Sua postura depende unicamente de você. Procure sempre ter uma boa colocação de ombros, bacia, pernas.

Quando você está cansado, acha tão difícil ter uma postura correta, não é? Segundo REICH, psiquiatra estudioso do comportamento humano, nosso corpo reflete nossa mente. Diz ele: “O homem cria couraças musculares, zonas rígidas, mortas. Para defender-se de qualquer situação, tanto de angústia, como de prazer, bloqueia a circulação de energia dessas zonas”.
Fonte: http://blogs.jovempan.uol.com.br/carreira/a-comunicacao-do-corpo/
Para especialistas, o profissional deve considerar os imprevistos e ir ajustando o plano de acordo com os acontecimentos
Para os profissionais que não elaboraram um plano de carreira, não faz muito sentido analisar se os objetivos e as metas foram alcançados. Mas, para aqueles que fizeram, como encarar o fato de um objetivo não ter sido atingido?
Embora o plano de carreira seja essencial para uma trajetória de sucesso, há diversos imprevistos no meio do caminho que podem desviar seu percurso. Esses imprevistos, que podem ser de diversas naturezas, como o atrito com o chefe ou uma crise econômica nacional, podem mesmo fazer com que as metas estabelecidas não sejam atingidas. E é justamente por isso que eles devem ser considerados no plano de carreira.
Ao considerar os imprevistos, o profissional tem melhores condições de lidar com o fato de não ter conquistado sua meta. De acordo com a diretora da divisão Outplacement & Career Planning da Career Center, Claudia Monari, quando o profissional não consegue atingir uma meta, por conta de alguma interferência externa, a dica é reajustar o plano e voltar rapidamente a sua rota.
Na prática, se o profissional tinha estabelecido que em dois anos seria gerente, mas no meio do caminho, por conta de corte nos custos, a empresa desliga esse profissional, ele deve reajustar seu plano, aumentando o prazo para atingir tal meta, por exemplo. “O principal erro é engessar o plano de carreira”, diz a consultora em Transição de Carreira, da De Bernt Entschev Human Capital, Leandra Cortelleti.
Flexibilidade
Como é muito provável que ao longo de uma carreira aconteçam imprevistos, o profissional não deve pensar em seguir a risca o plano de carreira que elaborou. Ele deve estar sempre analisando a dinâmica do mercado, observando as oportunidades e ir ajustando seu plano à medida que novos elementos forem conhecidos.
O plano de carreira é útil para dar uma visão estratégica da carreira, definindo metas e objetivos que se deseja atingir, porém, o “como” chegar até lá pode mudar muito. Por exemplo, você quer ser gerente, e insiste que essa posição seja atingida na empresa que trabalha atualmente. Caso a empresa não tenha muitas oportunidades, será pouco provável que você alcance a meta.
Isso quer dizer que, ao analisar a situação atual e ao observar que a empresa não te dará essa posição, pense no objetivo maior que é ser gerente e reajuste seu plano considerando outras empresas.
O plano deve ser revisto de tempos em tempo, principalmente, quando algum evento externo acontece. Mas se mesmo com tais revisões o profissional chegar no prazo estabelecido sem ter atingido determinado objetivo, é o momento de analisar o que deu errado e tomar algumas decisões.
Decidir, por exemplo, se quer ficar na empresa ou procurar outra oportunidade. Essa mudança implica em assumir riscos, pois nada garante que na outra empresa será diferente, mas faz mais sentido do que se acomodar em um lugar que não oferece perspectivas e não te ajudará a conquistar suas metas.
Os planos de carreiras são muito úteis na trajetória profissional, porém, é preciso considerar que ele deve ser flexível e que a carreira do profissional está nas mãos dele e não da empresa. Se seu trabalho atual não oferece o que você procura, a postura correta é buscar um lugar que ofereça e não culpar a empresa. “As pessoas devem ser mais responsáveis por suas carreiras”, finaliza Leandra.
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/plano-de-carreira-como-encarar-o-fato-de-nao-ter-atingido-um-objetivo/53930/
Frustrao
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Para especialistas, o profissional deve considerar os imprevistos e ir ajustando o plano de acordo com os acontecimentos
Para os profissionais que não elaboraram um plano de carreira, não faz muito sentido analisar se os objetivos e as metas foram alcançados. Mas, para aqueles que fizeram, como encarar o fato de um objetivo não ter sido atingido?

Embora o plano de carreira seja essencial para uma trajetória de sucesso, há diversos imprevistos no meio do caminho que podem desviar seu percurso. Esses imprevistos, que podem ser de diversas naturezas, como o atrito com o chefe ou uma crise econômica nacional, podem mesmo fazer com que as metas estabelecidas não sejam atingidas. E é justamente por isso que eles devem ser considerados no plano de carreira.

Ao considerar os imprevistos, o profissional tem melhores condições de lidar com o fato de não ter conquistado sua meta. De acordo com a diretora da divisão Outplacement & Career Planning da Career Center, Claudia Monari, quando o profissional não consegue atingir uma meta, por conta de alguma interferência externa, a dica é reajustar o plano e voltar rapidamente a sua rota.

Na prática, se o profissional tinha estabelecido que em dois anos seria gerente, mas no meio do caminho, por conta de corte nos custos, a empresa desliga esse profissional, ele deve reajustar seu plano, aumentando o prazo para atingir tal meta, por exemplo. “O principal erro é engessar o plano de carreira”, diz a consultora em Transição de Carreira, da De Bernt Entschev Human Capital, Leandra Cortelleti.

Flexibilidade

Como é muito provável que ao longo de uma carreira aconteçam imprevistos, o profissional não deve pensar em seguir a risca o plano de carreira que elaborou. Ele deve estar sempre analisando a dinâmica do mercado, observando as oportunidades e ir ajustando seu plano à medida que novos elementos forem conhecidos.

O plano de carreira é útil para dar uma visão estratégica da carreira, definindo metas e objetivos que se deseja atingir, porém, o “como” chegar até lá pode mudar muito. Por exemplo, você quer ser gerente, e insiste que essa posição seja atingida na empresa que trabalha atualmente. Caso a empresa não tenha muitas oportunidades, será pouco provável que você alcance a meta.

Isso quer dizer que, ao analisar a situação atual e ao observar que a empresa não te dará essa posição, pense no objetivo maior que é ser gerente e reajuste seu plano considerando outras empresas.

O plano deve ser revisto de tempos em tempo, principalmente, quando algum evento externo acontece. Mas se mesmo com tais revisões o profissional chegar no prazo estabelecido sem ter atingido determinado objetivo, é o momento de analisar o que deu errado e tomar algumas decisões.

Decidir, por exemplo, se quer ficar na empresa ou procurar outra oportunidade. Essa mudança implica em assumir riscos, pois nada garante que na outra empresa será diferente, mas faz mais sentido do que se acomodar em um lugar que não oferece perspectivas e não te ajudará a conquistar suas metas.

Os planos de carreiras são muito úteis na trajetória profissional, porém, é preciso considerar que ele deve ser flexível e que a carreira do profissional está nas mãos dele e não da empresa. Se seu trabalho atual não oferece o que você procura, a postura correta é buscar um lugar que ofereça e não culpar a empresa. “As pessoas devem ser mais responsáveis por suas carreiras”, finaliza Leandra.


Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/plano-de-carreira-como-encarar-o-fato-de-nao-ter-atingido-um-objetivo/53930/
Seg, 02 de Abril de 2012 17:34

Como posso me tornar mais criativo?

WRITTEN_BY Cibele

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Por Fábio Zugman

Buscar conhecimentos e experiências em lugares diferentes e inusitados é uma estratégia importante

 

No artigo desta semana, vamos abordar um tema que, não raras vezes, é assunto de debate em escolas, universidades e empresas: a criatividade. A pergunta escolhida desta vez foi enviada pelo internauta Bruno Moraes, que diz entender a criatividade e a capacidade de inovar habilidades que podem ser desenvolvidas, em vez de atributos natos, como se costumava acredita no passado. E aí ele quer saber: quais as melhores escolas de criatividade e inovação.
Então, Bruno. Há não muito tempo, havia uma bela discussão sobre se a criatividade podia ser aprendida ou se fazia parte daquelas coisas com as quais nascemos e não temos muita opção. Hoje, apesar de haver questões sobre fatores genéticos e ambientais que limitam ou potencializam determinada característica, já há algumas iniciativas de sucesso que mostram que é possível sim ensinar e incentivar a criatividade (e, em consequência, tornar pessoas e empresas mais inovadoras).
E isso levou a outra questão... Não há, exatamente, uma ou outra escola que te ensine a ser mais criativo ou inovador. Isso porque, se hoje os pesquisadores concordam que é possível incentivar a criatividade, não conseguem concordar se ela é um fator geral, aplicável a diversas áreas, ou é algo que depende do contexto.
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/como-posso-me-tornar-mais-criativo/62515/
No artigo desta semana, vamos abordar um tema que, não raras vezes, é assunto de debate em escolas, universidades e empresas: a criatividade. A pergunta escolhida desta vez foi enviada pelo internauta Bruno Moraes, que diz entender a criatividade e a capacidade de inovar habilidades que podem ser desenvolvidas, em vez de atributos natos, como se costumava acredita no passado. E aí ele quer saber: quais as melhores escolas de criatividade e inovação.

Então, Bruno. Há não muito tempo, havia uma bela discussão sobre se a criatividade podia ser aprendida ou se fazia parte daquelas coisas com as quais nascemos e não temos muita opção. Hoje, apesar de haver questões sobre fatores genéticos e ambientais que limitam ou potencializam determinada característica, já há algumas iniciativas de sucesso que mostram que é possível sim ensinar e incentivar a criatividade (e, em consequência, tornar pessoas e empresas mais inovadoras).

E isso levou a outra questão... Não há, exatamente, uma ou outra escola que te ensine a ser mais criativo ou inovador. Isso porque, se hoje os pesquisadores concordam que é possível incentivar a criatividade, não conseguem concordar se ela é um fator geral, aplicável a diversas áreas, ou é algo que depende do contexto.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/como-posso-me-tornar-mais-criativo/62515/

 

Qua, 28 de Março de 2012 17:11

Quer se sentir mais feliz? Assista a filmes tristes

WRITTEN_BY Cibele
Estudo sugere que a tragédia vista nos cinemas pode fazer com que as pessoas se sintam mais satisfeitas com suas vidas pessoais.
Por Maria Luciana Rincon Y Tamanini
Não é todo mundo que gosta de assistir a filmes tristes no cinema. Afinal, de drama já basta o do nosso cotidiano, não é mesmo? Entretanto, um novo estudo sugere que assistir a filmes desse tipo pode, na verdade, nos deixar mais felizes. Será?
Uma pesquisa realizada pela Universidade de Ohio, com o objetivo de avaliar as nossas reações emocionais nos cinemas, observou a 361 voluntários enquanto eles assistiam ao filme “Desejo e Reparação”, a história de dois amantes que se separam e morrem durante a guerra — triste o suficiente para você?
Exibição dramática
Os voluntários responderam perguntas sobre como se sentiam antes e depois de verem o filme, e também foram ouvidos durante a exibição para que os pesquisadores pudessem monitorar seus estados emocionais. Os resultados mostraram que os indivíduos que se sentiram mais tristes durante o filme afirmaram se sentir mais felizes com suas vidas depois do final da exibição.
De acordo com uma das pesquisadoras, Silvia Knobloch-Westerwick, as pessoas tendem a usar as tragédias como uma forma de refletir sobre suas próprias vidas, o que faz com que se sintam mais satisfeitas. Isso pode explicar a razão pela qual as tragédias sejam tão populares entre as audiências, apesar do sentimento de tristeza ao qual elas podem induzir.
Chega de tristeza
Outros estudos já relacionaram a tristeza com um aumento nos sentimentos de consideração com relação a outro indivíduo. Segundo os pesquisadores, o que os filmes trágicos fazem é provocar uma enorme resposta emocional, levando as pessoas a analisar suas vidas pessoais e apreciá-las mais. E é essa comparação que faz com que se sintam mais felizes.
De qualquer forma, caso você esteja realmente deprimido, talvez seja melhor optar por algo mais leve, como o filme dos Smurfs, por exemplo.
Fonte: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/21342-quer-se-sentir-mais-feliz-assista-a-filmes-tristes.htm#ixzz1qQsWJ1wy
Filme_triste
(Fonte da imagem: iStock)
Estudo sugere que a tragédia vista nos cinemas pode fazer com que as pessoas se sintam mais satisfeitas com suas vidas pessoais.

Por Maria Luciana Rincon Y Tamanini

Não é todo mundo que gosta de assistir a filmes tristes no cinema. Afinal, de drama já basta o do nosso cotidiano, não é mesmo? Entretanto, um novo estudo sugere que assistir a filmes desse tipo pode, na verdade, nos deixar mais felizes. Será?

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Ohio, com o objetivo de avaliar as nossas reações emocionais nos cinemas, observou a 361 voluntários enquanto eles assistiam ao filme “Desejo e Reparação”, a história de dois amantes que se separam e morrem durante a guerra — triste o suficiente para você?

Exibição dramática
Os voluntários responderam perguntas sobre como se sentiam antes e depois de verem o filme, e também foram ouvidos durante a exibição para que os pesquisadores pudessem monitorar seus estados emocionais. Os resultados mostraram que os indivíduos que se sentiram mais tristes durante o filme afirmaram se sentir mais felizes com suas vidas depois do final da exibição.

De acordo com uma das pesquisadoras, Silvia Knobloch-Westerwick, as pessoas tendem a usar as tragédias como uma forma de refletir sobre suas próprias vidas, o que faz com que se sintam mais satisfeitas. Isso pode explicar a razão pela qual as tragédias sejam tão populares entre as audiências, apesar do sentimento de tristeza ao qual elas podem induzir.

Chega de tristeza
Outros estudos já relacionaram a tristeza com um aumento nos sentimentos de consideração com relação a outro indivíduo. Segundo os pesquisadores, o que os filmes trágicos fazem é provocar uma enorme resposta emocional, levando as pessoas a analisar suas vidas pessoais e apreciá-las mais. E é essa comparação que faz com que se sintam mais felizes.

De qualquer forma, caso você esteja realmente deprimido, talvez seja melhor optar por algo mais leve, como o filme dos Smurfs, por exemplo.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/21342-quer-se-sentir-mais-feliz-assista-a-filmes-tristes.htm#ixzz1qQsWJ1wy
Qui, 22 de Março de 2012 16:41

Fofoca no trabalho pode prejudicar carreira profissional

WRITTEN_BY Cibele
Especialistas da região de Bauru, SP, dão dicas sobre o assunto.
Se autovalorizar e mostrar postura ética pode ser uma saída.
Em alguns momentos, pode até ser engraçado, mas as fofocas podem prejudicar o trabalho e até mesmo a vida pessoal de alguém. Por isso, o G1 procurou uma psicóloga e uma profissional de RH que dão dicas para lidar com esse tipo de situação dentro de um ambiente de trabalho.
Nas palestras, Karina orienta sobre efeito negativo
da fofoca. (Foto: arquivo pessoal )
Segundo Karina Furlanetto, psicóloga pós-graduada em psicologia organizacional – direção e desenvolvimento de pessoas, e palestrante sobre o tema “fofoca no trabalho”, uma fofoca pode atingir proporções que podem comprometer colegas de trabalho e a carreira profissional do próprio fofoqueiro.
Dependendo do comentário maldoso, o empregado pode até ser desligado do emprego. “Algumas pessoas tentam se promover a base de conversa, mas isso não é sustentado para sempre, já que esse tipo de atitude não é sadia para a empresa, que deve se posicionar diante dessas situações”, afirma Karina.
Se você procura uma promoção, busque valorizar outras estratégias e se mantenha distante de comentários que não vão lhe agregar nada. “Falar da vida alheia parece agregar um calor à carreira que não e real. Normalmente fofocar causa um falso alívio de ansiedade. A pessoa acha que vai melhorar, comentando alguma coisa”, completa a psicóloga.
Ainda de acordo com Karina, o fofoqueiro tem o papel de desmotivar o outro, prejudicar. Por isso, tente se aproximar de pessoas com foco profissional, sem se isolar da equipe, afinal, isso também pode acarretar problemas, “não tem como desassociar o trabalho da vida pessoal. O trabalho faz parte da vida”.
Juliana já teve que desligar funcionários por causa
de comentários maldosos. (Foto: arquivo pessoal)
Na empresa
Já Juliana Dorigo, gerente de Recursos Humanos e Marketing de uma empresa de cobrança em Bauru, no interior São Paulo, afirma que “gerenciar conflitos é papel fundamental do RH, principalmente quando as relações tendem a dar margem para fofocas no trabalho”.
Segundo ela, o RH atua diretamente no desenvolvimento da comunicação dos profissionais da empresa, por meio de programas de desenvolvimentos e treinamento, que orientam como deve ser a postura dentro do ambiente de trabalho. “Em casos pontuais, o RH é acionado para conciliar o conflito com as partes envolvidas, para compreender de fato o que gerou a fofoca ou a dificuldade na comunicação”, completa.
Ela ainda afirma que precisou lidar com casos de desligamento de funcionários desencadeado por comentários maldosos. “Para tentar evitar casos do tipo, os funcionários se comprometem a cumprir o Código de Ética da empresa, que orienta para o trabalho em equipe, em um ambiente de respeito”.
Mais dicas
Karina Furlanetto orienta como evitar problemas desse tipo. Confira:
- Antes de qualquer coisa, a pessoa precisa ter atitude. Atitude de ser a favor ou contrária ao comentário de alguém, se é uma fofoca que não vai agregar nada positivo, se posicione e não participe. A postura é o que faz diferença nesse contexto.
- Filtre a informação. Alguns comentários podem conter informações importantes
- É preciso ter calma. Se a fofoca te atingir, espere o momento certo para reagir. Respire e pense antes de falar. Dessa forma você estará cuidando do seu marketing pessoal.
- Se autovalorize. Você precisa confiar no seu próprio trabalho, reconhecê-lo como bom e profissional.
- Mantenha a autoestima elevada, isso fará com que você não seja atingido por fofocas.
- Seja ético, responsável e comprometido com o trabalho. Dessa forma você não dará abertura para comentarem coisas ruins sobre você.
Fonte: http://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/2012/03/fofoca-no-trabalho-pode-prejudicar-carreira-profissional.html
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Fofoca no ambiente de trabalho pode prejudicar a carreira. (Foto: Alan Schneider/ G1 Bauru e Marília)
Especialistas da região de Bauru, SP, dão dicas sobre o assunto.
Se autovalorizar e mostrar postura ética pode ser uma saída.

Em alguns momentos, pode até ser engraçado, mas as fofocas podem prejudicar o trabalho e até mesmo a vida pessoal de alguém. Por isso, o G1 procurou uma psicóloga e uma profissional de RH que dão dicas para lidar com esse tipo de situação dentro de um ambiente de trabalho.

Nas palestras, Karina orienta sobre efeito negativo
da fofoca. (Foto: arquivo pessoal )
Segundo Karina Furlanetto, psicóloga pós-graduada em psicologia organizacional – direção e desenvolvimento de pessoas, e palestrante sobre o tema “fofoca no trabalho”, uma fofoca pode atingir proporções que podem comprometer colegas de trabalho e a carreira profissional do próprio fofoqueiro.
Dependendo do comentário maldoso, o empregado pode até ser desligado do emprego. “Algumas pessoas tentam se promover a base de conversa, mas isso não é sustentado para sempre, já que esse tipo de atitude não é sadia para a empresa, que deve se posicionar diante dessas situações”, afirma Karina.
Se você procura uma promoção, busque valorizar outras estratégias e se mantenha distante de comentários que não vão lhe agregar nada. “Falar da vida alheia parece agregar um calor à carreira que não e real. Normalmente fofocar causa um falso alívio de ansiedade. A pessoa acha que vai melhorar, comentando alguma coisa”, completa a psicóloga.
Ainda de acordo com Karina, o fofoqueiro tem o papel de desmotivar o outro, prejudicar. Por isso, tente se aproximar de pessoas com foco profissional, sem se isolar da equipe, afinal, isso também pode acarretar problemas, “não tem como desassociar o trabalho da vida pessoal. O trabalho faz parte da vida”.

Juliana já teve que desligar funcionários por causa
de comentários maldosos. (Foto: arquivo pessoal)
Na empresa
Já Juliana Dorigo, gerente de Recursos Humanos e Marketing de uma empresa de cobrança em Bauru, no interior São Paulo, afirma que “gerenciar conflitos é papel fundamental do RH, principalmente quando as relações tendem a dar margem para fofocas no trabalho”.
Segundo ela, o RH atua diretamente no desenvolvimento da comunicação dos profissionais da empresa, por meio de programas de desenvolvimentos e treinamento, que orientam como deve ser a postura dentro do ambiente de trabalho. “Em casos pontuais, o RH é acionado para conciliar o conflito com as partes envolvidas, para compreender de fato o que gerou a fofoca ou a dificuldade na comunicação”, completa.
Ela ainda afirma que precisou lidar com casos de desligamento de funcionários desencadeado por comentários maldosos. “Para tentar evitar casos do tipo, os funcionários se comprometem a cumprir o Código de Ética da empresa, que orienta para o trabalho em equipe, em um ambiente de respeito”.
Mais dicas
Karina Furlanetto orienta como evitar problemas desse tipo. Confira:
- Antes de qualquer coisa, a pessoa precisa ter atitude. Atitude de ser a favor ou contrária ao comentário de alguém, se é uma fofoca que não vai agregar nada positivo, se posicione e não participe. A postura é o que faz diferença nesse contexto.
- Filtre a informação. Alguns comentários podem conter informações importantes
- É preciso ter calma. Se a fofoca te atingir, espere o momento certo para reagir. Respire e pense antes de falar. Dessa forma você estará cuidando do seu marketing pessoal.
- Se autovalorize. Você precisa confiar no seu próprio trabalho, reconhecê-lo como bom e profissional.
- Mantenha a autoestima elevada, isso fará com que você não seja atingido por fofocas.
- Seja ético, responsável e comprometido com o trabalho. Dessa forma você não dará abertura para comentarem coisas ruins sobre você.

Fonte: http://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/2012/03/fofoca-no-trabalho-pode-prejudicar-carreira-profissional.html
Qua, 21 de Março de 2012 16:50

Cacoetes

WRITTEN_BY Cibele
Por Thaís Alves
Uma das coisas mais pitorescas na comunicação pessoal são os cacoetes físicos, que muitos têm e nem percebem. Cacoetes são hábitos ou manias que fazemos involuntariamente (sem perceber) e o pior é que fazemos sempre. São os famosos “tiques nervosos”.
Quem usa óculos, não se cansa de mexer nele. Quem tem franja mexe nela sem parar. Quem tem cabelo grande, fica fazendo rolinho com o dedo. Alguns que usam gravata vivem esticando o pescoço como se ela o enforcasse; outros ficam puxando o nariz, como se a coriza fosse escorregar. Alguns coçam o nariz com força; tem os que ficam cutucando a unha, tem os que arrumam o cinto, enfim, cacoetes físicos são um HORROR.
Qual é o mal em ter um cacoete? Como alguns são engraçados o dono do cacoete pode virar motivo de chacota. Mas o pior é que como são feitos a cada minuto quase sempre distraem a atenção da pessoa que esta a frente: ela fica a espera do próximo cacoete e não presta atenção em nada do que esta sendo falado. Se você é desses que eu falei aqui, atenção: tem como consertar ou pelo menos minimizar seu cacoete.
1º passo: prestar atenção nele para que ele deixe de passar desapercebido.
2º passo:quando se perceber fazendo o cacoete: pare na hora.
Se você mandar na sua vontade o cacoete deixa de ser involuntário. E assim, aos poucos, você vai formar uma nova programação para o seu cérebro. Não é fácil, mas possível. E com muita insistência você vai vencer
Fonte: http://blogs.jovempan.uol.com.br/carreira/cacoetes/
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Imagem reprodução internet
Por Thaís Alves

Uma das coisas mais pitorescas na comunicação pessoal são os cacoetes físicos, que muitos têm e nem percebem. Cacoetes são hábitos ou manias que fazemos involuntariamente (sem perceber) e o pior é que fazemos sempre. São os famosos “tiques nervosos”.

Quem usa óculos, não se cansa de mexer nele. Quem tem franja mexe nela sem parar. Quem tem cabelo grande, fica fazendo rolinho com o dedo. Alguns que usam gravata vivem esticando o pescoço como se ela o enforcasse; outros ficam puxando o nariz, como se a coriza fosse escorregar. Alguns coçam o nariz com força; tem os que ficam cutucando a unha, tem os que arrumam o cinto, enfim, cacoetes físicos são um HORROR.

Qual é o mal em ter um cacoete? Como alguns são engraçados o dono do cacoete pode virar motivo de chacota. Mas o pior é que como são feitos a cada minuto quase sempre distraem a atenção da pessoa que esta a frente: ela fica a espera do próximo cacoete e não presta atenção em nada do que esta sendo falado. Se você é desses que eu falei aqui, atenção: tem como consertar ou pelo menos minimizar seu cacoete.

1º passo: prestar atenção nele para que ele deixe de passar desapercebido.

2º passo:quando se perceber fazendo o cacoete: pare na hora.

Se você mandar na sua vontade o cacoete deixa de ser involuntário. E assim, aos poucos, você vai formar uma nova programação para o seu cérebro. Não é fácil, mas possível. E com muita insistência você vai vencer

Fonte: http://blogs.jovempan.uol.com.br/carreira/cacoetes/
Ter, 20 de Março de 2012 16:47

Carisma: veja como melhorar o seu no ambiente de trabalho

WRITTEN_BY Cibele

carisma

De acordo com especialistas, o carisma é um dos atributos mais cobrados atualmente dos profissionais

De acordo com o diretor de projetos da Bazz Estratégia e Operação de RH, Edvaldo Rodrigues, hoje, as organizações valorizam muito o carisma, visto que ele é um grande aliado na capacidade de um colaborador em influenciar a percepção dos outros membros da equipe.

“Normalmente, a pessoa carismática acaba desenvolvendo uma liderança, se tornando um líder natural. Esse tipo de situação chama a atenção da empresa e faz com que a pessoa alcance posições mais estratégicas na empresa”, ressalta Rodrigues.

O professor de planejamento e gestor de carreiras da Veris Faculdades, Nelson Fender, concorda e diz que o carisma também é importante para que a pessoa construa contatos dentro da empresa. Aliás, completa, o networking, o número de convites para reuniões, almoços e projetos, são bons indicadores para que a pessoa perceba se ela está sendo carismática ou não.

Além disso, lembra Rodrigues, observar a capacidade de inspirar os outros também ajuda nesta percepção.

O que fazer para melhorar?

De acordo com os especialistas, algumas atitudes ajudam quem quer melhorar o carisma no ambiente de trabalho, como ter respeito pelo próximo, saber se colocar no lugar do outro, ter disponibilidade para ouvir os outros, sabendo inclusive contribuir para o sucesso do outro.

A estes atributos, complementa Rodrigues, junta-se a boa comunicação, o que não significa ser falante, mas, sim, saber o que falar.

Outro ponto importante é o bom senso, o controle da agressividade e a humildade. Sobre este último Fender diz o seguinte: “a pessoa deve estar aberta para receber críticas, refletir e desenvolver-se. Deve colocar suas ideias de forma tranquila e sempre que possível”.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/carisma-veja-como-melhorar-o-seu-no-ambiente-de-trabalho/53431/

 

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